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SÃO PAULO – Uma pesquisa divulgada pela Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo revelou que os consumidores devem gastar, em média, R$ 200 em material escolar.
Com às voltas as aulas, a expectativa do varejo é de crescimento de 5%, na comparação com o ano passado. Para o setor de papelaria, as vendas representam 30% do total do ano.
O presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff, defende que para melhorar o resultado das pequenas e médias papelarias é necessário que os governos priorizem essas empresas na compra do material escolar, que é distribuído aos alunos. “A adesão à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa pelos governos melhoraria muito a situação dessas papelarias”, afirma.
Regiões
A previsão de vendas para a região de São Matheus é a mais alta de todo o estado de São Paulo, porém, é considerada estável em relação ao ano passado. Com tíquete médio de compras de aproximadamente R$ 200, a CDL local aposta, de janeiro a fevereiro, em um crescimento de 10% nas vendas de papelaria, como cadernos, canetas, lápis de cor e em confecções como mochilas, uniformes e calçados.
Em Praia Grande, litoral sul de São Paulo, as vendas tendem faturar o dobro em relação ao ano anterior. As livrarias, papelarias e setor de vestuário esperam grande movimentação no período de janeiro a março com gasto médio de aproximadamente R$ 250.
Em Cabreúva, o comércio está aquecido devido a Copa do Mundo. Estima-se que, com a antecipação da volta às aulas em algumas escolas, o crescimento em vendas seja de 5% em relação ao ano anterior, com tíquete médio próximo a R$ 135.
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Em Sorocaba, a expectativa é de alta entre 4% e 5%, frente a 2013 e o tíquete médio de R$ 200.