Reeleição

Conselho da Oi (OIBR3) reelege Rodrigo Abreu para o cargo de diretor presidente, com mandato até 2024

Abreu está no cargo desde janeiro de 2020 e é responsável por coordenar a diretoria na execução integrada do plano estratégico

Por  Equipe InfoMoney -

A Oi (OIBR3;OIBR4) comunicou ao mercado nesta segunda-feira (31) que seu Conselho de Administração reelegeu Rodrigo Modesto de Abreu para o cargo de diretor presidente da companhia, com mandato até 31 de janeiro de 2024.

A companhia destaca que Rodrigo Abreu ingressou na companhia em setembro de 2018 como membro de seu Conselho de Administração, tendo atuado também como coordenador do Comitê de Transformação, Estratégia e Investimentos.

Em setembro de 2019, foi eleito para o cargo de Diretor, sem designação específica, na posição de Chief Operating Officer – COO e, em 30 de janeiro de 2020, foi eleito para o cargo de Diretor Presidente.

“Como Diretor Presidente, o Sr. Rodrigo Abreu é responsável por coordenar a Diretoria na execução integrada do plano estratégico da Companhia, liderando a transformação cultural da Oi”, destacou a tele.

A Oi destacou que reafirma o compromisso de manter seus acionistas e o mercado informados a respeito dos aspectos relevantes e significativos deste assunto.

Oi na Anatel

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) marcou para esta segunda-feira reunião extraordinária para discutir eventual aprovação da venda dos ativos móveis da Oi para as rivais TIM (TIMS3), Vivo (VIVT3) e Claro.

O assunto, que se arrasta desde o final de 2020 quando as três operadoras ganharam direito sobre os ativos da Oi em um leilão que chegou a ser contestado por rivais como a Algar Telecom, seria decidido na Anatel nesta sexta-feira, também em reunião extraordinária.

Mas o conselheiro Vicente Aquino pediu vistas no processo. A próxima reunião marcada da agência seria em 10 de fevereiro, mas a autarquia decidiu agendar um novo encontro extraordinário para esta segunda-feira, às 16h (horário de Brasília), sobre o assunto.

O conselheiro relator do caso, Emmanoel Campelo, recomendou na sexta-feira a aprovação da operação, mas com ressalvas que já foram apresentadas anteriormente na agência. Nenhum outro conselheiro apresentou voto na sessão realizada online.

Os remédios recomendados por Campelo incluem oferta de capacidade para operadoras móveis virtuais, conhecidas pela sigla MVNO, e plano de ocupação do espectro transferido da Oi. Além disso, também sugeriu exclusão de cláusulas de fidelidade no caso de migração dos usuários, que não deverá ser automática.

TIM, Vivo e Claro conseguiram direito de comprar os ativos móveis da Oi em dezembro de 2020. Desde então, reguladores, incluindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), estudam a operação.

Em novembro passado, a superintendência-geral do Cade recomendou aprovação da operação com a adoção de remédios que mitiguem riscos concorrenciais.

(com Reuters)

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