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Confira as 11 ações devem agitar a abertura deste pregão na Bovespa

Entre os destaques, a Petrobras pode ser pressionada novamente pela derrocada no preço do petróleo; no radar da empresa, será divulgado na sexta-feira o balanço trimestral da empresa

SÃO PAULO – A semana promete ser agitada no mercado brasileiro, com destaque para a Petrobras (PETR3; PETR4), que deve seguir no radar dos investidores em meio à divulgação na sexta-feira do seu balanço do terceiro trimestre não auditado e petróleo em queda. Lá fora, os ADRs (Americana Depositary Receipts) da estatal caíam 0,45%, às 9h22 (horário de Brasília), sendo cotados a US$ 8,78, no pré-market da Bolsa de Nova York. Na sexta-feira, os papéis da petroleira marcaram sua segunda semana consecutiva de baixa na Bovespa.

Além da divulgação do balanço, a estatal é pressionada pela derrocada do preço do petróleo, que atinge hoje seu menor patamar em 5 anos, com o brent cotado a US$ 68,18, o que gera problemas para a companhia em seu plano de investimento do pré-sal.

Exportadoras
Por outro lado, empresas voltadas a exportação podem se beneficiar do movimento de alta do dólar hoje frente as moedas ligadas a commodities. Na Bolsa, destaque para os papéis da Embraer (EMBR3), Fibria (FIBR3), Suzano (SUZB5) e Braskem (BRKM5), que apresentam forte correlação com o movimento da moeda americana, já que boa parte de suas receitas são em dólar.  

Vale
A mineradora Rio Tinto não quis comentar nesta segunda-feira se está disposta a fechar um acordo para encerrar um processo feito contra a Vale (VALE3; VALE5) sobre valiosas concessões para a exploração de minério de ferro na Guiné. 

O consultor-geral da Vale disse na última sexta-feira que a companhia pode considerar buscar um acordo com a Rio Tinto, dependendo de uma decisão judiciária sobre a mudança do caso de Nova York para Londres.

Eletrobras
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu dar provimento parcial a pedido de reconsideração da Eletrobras (ELET3; ELET6) no sentido de reconhecer que os valores correspondentes às inadimplências de pagamentos das distribuidoras à companhia devem ser considerados no saldo da Conta de Comercialização de Energia Elétrica de Itaipu. 

A decisão, que saiu em despacho publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, faz referência à resolução homologatória nº 1.674, de 19 de dezembro de 2013, que estabeleceu a tarifa de repasse da potência oriunda da Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional para o ano de 2014, a ser praticada pela Eletrobras, em 26,05 dólares por quilowatt (kW).mês.

Cemig
Vale monitorar ainda as ações da Cemig (CMIG4), comentou a XP Investimentos. O julgamento sobre o mandato de segurança impetrado pela Cemig no qual a estatal mineira tenta manter a titularidade de concessão da usina Jaguara deverá ser retomado na quarta-feira (10). O tema foi incluído na pauta de julgamento da 1ª Seção do STJ. Enquanto o julgamento não é retomado, permanece inalterada a condição de controle da hidrelétrica Jaguara pela Cemig.

A estatal mineira também apelou ao STJ para continuar à frente da hidrelétrica de São Simão, outra usina cuja renovação de concessão tem sido questionada pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

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