Oportunidade

Comprou o pivô de alta formado pela Magazine Luiza? Objetivo gráfico indica alta de 20%

Papel confirma padrão de reversão depois de forte valorização na última quinta-feira

SÃO PAULO – Na mesma quinta-feira (7) em que o Ibovespa recuou 1,07%, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) surpreenderam ao dispararem 10,55% e chamaram a atenção não só dos fundamentalistas que acompanharam o “ML Day”, mas também investidores que seguem a análise gráfica. Isso porque, com a expressiva alta de ontem confirmou a formação de um “pivô de alta”, o que alimenta as chances de que o papel possa engatar uma tendência altista. Neste momento, às 15h20 (horário de Brasília), o papel sobe 7%, aos R$ 69,08, acumulando alta de 18% na semana, mas o padrão gráfico confirmado sugere que ainda há upside no papel.

Pelos conceitos de análise técnica, uma tendência de alta (baixa) é definida quando existem topos e fundos ascendentes (descendentes) no gráfico. Com base nestes conceitos, o trader poderá identificar um pivô de alta, que começa ganhar “sua cara” após o papel interromper uma tendência de baixa prévia, firmando seu primeiro fundo (F1). Após o rali de alta, volta a recuar e confirma um topo (T). Depois de corrigir, os preços ganham força compradora novamente e consolidam o segundo fundo (F2), este necessariamente acima do fundo anterior (F1), de modo que o padrão de reversão será acionado ao fechar acima do topo (T).

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No caso das ações da Magazine Luiza, a ação caiu de R$ 87,00 para R$ 47,50 em 3 meses (quase 50% de desvalorização), onde encontrou maior pressão de compra e do dia 13 até 27 de novembro subiu para R$ 62,30 (Onda 1 do movimento), para logo após corriger para R$ 54,87 (Onda 2) e finalmente romper a cabeça do pivô (Onda 3) no pregão passado, fechando a R$ 64,46. Seguindo a teoria da análise técnica, uma compra foi acionada nesse ponto de fechamento, confirmando a formação do pivô de alta com volume de R$ 260 milhões, o que corresponde ao dobro da média dos últimos 21 dias.

Utilizando as projeções de Fibonacci para projetar objetivos desta compra, temos um primeiro alvo em R$ 71,50, o que garante um potencial de valorização de 11% frente o fechamento de ontem (ponto de entrada). Mas, o objetivo principal da operação está em R$ 77,00 (fechamento do gap aberto em 11 de outubro), o que resultaria em uma excelente rentabilidade bruta de 19%. O stop loss dessa operação sugerido fica em R$ 57,00 (ou 11% de perda). Aos que não entraram no trade, é recomendado esperar que a ação volte ao preço do fechamento de ontem, pois uma entrada nos níveis atuais deixaria a relação risco-retorno menos atraente.

Rafael Ribeiro é analista gráfico CNPI-T credenciado pela Apimec

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