Destaques da Bolsa

Commodities afundam, Gol dispara 13% e Eletrobras salta 8% com possível de privatização de usinas

Confira os principais destaques de ações da bolsa nesta quarta-feira

SÃO PAULO – O Ibovespa tem mais um dia de pouca variação nesta quarta-feira (5) marcada pela volta do mercado americano após feriado na véspera, divulgação da ata do Fomc (Federal Open Market Committee) e sinalização positiva para a reforma trabalhista no Senado, com a aprovação de urgência ontem. Às 16h53 (horário de Brasília), o índice registrava leve queda de 0,16%, a 63.127 pontos, enquanto o dólar futuro recuava 0,48%, a R$ 3,312. 

Do lado das perdas, destaque para as ações das commodities: Vale, Petrobras e siderúrgicas, que recuaram até 2%. Entre as maiores altas do índice, chamou atenção a disparada de até 8% das ações ONs da Eletrobras – que possuem maior liquidez na bolsa -, após notícia de possível privatização de usinas e subsidiárias. Na esteira, apareceram os papéis da Embraer, com alta de mais de 3%, com duas notícias no radar: a companhia luta para manter modelo E190 no mercado norte-americano; e o novo preço-alvo da ação pelo Safra de R$ 20,50, o que representa um potencial de alta de 30%. 

Fora do índice, destaque para as ações da Gol, que dispararam mais de 10% após dados prévios do 2° trimestre e revisões para cima de recomendações. O Bank of America Merrill Lynch elevou a ação para compra, enquanto o Citi revisou para neutra. 

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Confira abaixo os principais destaques de ações desta quarta-feira:

Petrobras (PETR3,R$ 13,05, -2,03%;PETR4, R$ 12,19, -1,93%)
As ações da Petrobras aceleraram queda puxadas pelos preços do petróleo no mercado internacional. A commodity afundou cerca de 4% hoje após dados da Reuters mostrarem que a produção da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) cresceram em junho, apesar do acordo alcançado pelos membros do grupo em maio que previa o corte de 1,8 milhão de barris por dia até março de 2018.

Com isso, os contratos futuros do petróleo Brent recuavam 4,36%, a US$ 45,02 o barril, enquanto os contratos do WTI fecharam em queda de 4,1%, a US$ 45,13 o barril. 

No radar, a Petrobras reduziu em 4,5% em média os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13), o gás de cozinha. O reajuste entrou em vigor à zero hora de hoje. O último reajuste ocorreu em 8 de junho.

Veja mais: Petrobras: curto prazo “joga contra”, mas médio prazo segue atrativo (veja aqui)

O ajuste foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a empresa estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reduzido, em média, em 1,5% ou cerca de R$ 0,88 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. Esta alteração não se aplica ao GLP destinado a uso industrial/comercial.

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“Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, destaca a estatal.

Vale (VALE3, R$ 28,93, -2,33%; VALE5, R$ 26,94, -1,57%)
As ações da Vale e Bradespar (BRAP4, R$ 20,76, -1,98%) – holding que detém participação na Vale – caíram forte na esteira dos preços do minério de ferro. Hoje, os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dalian recuaram 1,67%, a 470 iuanes. 

Já os papéis das siderúrgicas fecharam em sentidos opostos nesta sessão, com Gerdau (GGBR4, R$ 10,59, +2,22%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 5,13, +1,38%), CSN (CSNA3, R$ 7,06, -2,08%) e Usiminas (USIM5, ). 

Eletrobras (ELET3, R$ 13,63, +7,75%; ELET6, R$ 17,32, +6,58%)

As ações da Eletrobras dispararam em meio à notícia de que a empresa pode privatizar usinas e subsidiárias. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o governo pretende apresentar ao Congresso uma proposta que vai permitir a privatização de usinas e subsidiárias da Eletrobras. O projeto, que ainda vai a consulta pública, autoriza a venda de usinas antigas que tiveram as concessões renovadas durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. A proposta prevê que a Eletrobrás poderá escolher quais usinas pretende privatizar e, se desejar, poderá até vender subsidiárias inteiras, como Furnas, Eletronorte, Eletrosul e Chesf.

O dinheiro a ser obtido com a venda das usinas será dividido igualmente entre o governo, Eletrobrás e os consumidores, que poderão ter abatimento da conta de luz no futuro.

Segundo fontes do governo, uma parte desse dinheiro obtido com a privatização das usinas vai ficar com o Tesouro Nacional e deve ajudar no resultado fiscal de 2018. Outra parte deve ficar com a Eletrobrás, dona dessas instalações e que tem enfrentado dificuldades financeiras. A terceira parte deve ficar com o consumidor, abatendo custos da chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial que banca os subsídios e programas sociais do governo.

Senior Solution (SNSL3, R$ 19,48, +2,74%)
As ações da Senior Solution disparam 16% nos últimos 3 pregões. Na máxima desta sessão, os papéis saltaram 7,70%, a R$ 20,42, renovando máxima histórica na bolsa. O movimento ocorreu na esteira do anúncio feito ontem pela empresa de que seus acionistas aprovaram a migração para o Novo Mercado da B3. A companhia espera que suas ações passem a ser negociadas no Novo Mercado em até 45 dias.

“Vislumbramos vários desdobramentos positivos. Por exemplo, nossas ações se tornarão elegíveis para compor a carteira de alguns índices da B3, como o IGC, ampliando a negociação por investidores que espelham a carteira do índice”, afirma Thiago Rocha, Diretor de Relações com Investidores.

Segundo o executivo, depois de efetivar a migração para o Novo Mercado, a empresa continuará aperfeiçoando seu modelo de governança corporativa, incorporando os ajustes aprovados na recente revisão do segmento conduzida pela B3.

JBS (JBSS3, R$ 6,46, -2,27%)

O Tribunal de Contas da União (TCU) decide nesta quarta-feira a partir das 14h30 se responsabiliza Joesley Batista, dono da J&F e delator de esquemas de corrupção nos governos Lula, Dilma e Temer, por prejuízos em um negócio de US$ 750 milhões com o BNDES. A corte vai julgar se uma cláusula do acordo firmado pelo empresário com a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve ser aplicada ao processo que avalia perdas de R$ 120 milhões aos cofres do banco público, livrando-o da obrigação de ressarci-las.

O TCU identificou favorecimento do BNDES à J&F na operação para capitalizar o grupo e viabilizar a incorporação do frigorífico americano Swift Foods, em 2007. Auditoria na transação mostra que o BNDESPar – braço do banco para a aquisição de participação em empresas – pagou indevidamente ágio de R$ 0,50 em ações, o que causou o dano milionário ao erário. Os auditores do TCU propõem que os ministros da corte citem Joesley, além de gestores do BNDES e autoridades do governo Lula, a responder pelos prejuízos. Entre eles, estão o ex-presidente do banco Luciano Coutinho e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

Em parecer sobre o caso, no entanto, o procurador-geral do Ministério Público de Contas, Paulo Soares Bugarin, sustenta que o empresário não pode ser responsabilizado pelas perdas com base, exclusivamente, nas informações que ele próprio apresentou em sua delação. Bugarin se baseia em trecho do acordo de delação do empresário com a PGR no âmbito criminal. O texto permite o uso da colaboração como prova em processos cíveis e administrativos, desde que não sirva para prejudicar o delator.

A palavra final sobre a citação de Joesley será dos ministros do TCU. O relator do processo, Augusto Sherman, apresentará um voto com sua posição nesta quarta-feira. O julgamento é considerado emblemático, pois servirá de parâmetro para outros processos da J&F na corte. Até a noite desta terça-feira, o relator não havia compartilhado o documento com os colegas de plenário. A justificativa é de que o caso é sigiloso.

O TCU faz auditoria em outros negócios do BNDES com o grupo. No período sob investigação, o banco investiu R$ 10 bilhões na holding – que controla a JBS, dona das marcas Seara e Friboi – graças à política de criar campeões nacionais em alguns setores da economia. Em outros casos, referentes a prejuízos em obras da Petrobras, o TCU já livrou delatores de punições em “homenagem” ao instituto da colaboração. Um deles foi o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa.

Embraer (EMBR3, R$ 15,70, +2,88%)

Destaque para duas notícias sobre a Embraer. A Bloomberg destaca que a companhia luta para manter modelo E190 no mercado norte-americano. A JetBlue Airways vai decidir até o final do ano se tira da sua frota o avião E190 da Embraer, aeronave com capacidade para 96 a 114 passageiros e que tem lutado para competir com modelos maiores no mercado norte-americano. Todas as opções estão sendo consideradas na revisão de frota da JetBlue, disse o diretor financeiro da JetBlue, Steve Priest. Entre as opções, está eliminar os sessenta E190 que a cia. aérea atualmente opera, substituindo-os por outros aviões.

Além da Embraer, o C Series da Bombadier e o A319 da Airbus são candidatos. Um jato menor da Mitsubishi Corp. também deve estar pronto até meados de 2018. Caso a JetBlue abandone a aeronave brasileira, a Aeromexico seria a única operadora a utilizar o modelo no mercado norte-americano. American Airlines e Air Canada já decidiram deixar de operar o E190. A luta para permanecer no mercado norte-americano é, em parte, porque esse tipo de aeronave, que carrega menos
passageiros e faz rotas menores, exige que as companhias aéreas cobrem tarifas maiores em outros trechos para cobrir os altos custos desses voos, uma política de preços que tem sido questionada pela empresas. “A questão é se esse tipo de precificação ainda funciona”, diz Richard Aboulafia, analista do setor aeroespacial da Teal Group. “A decisão da JetBlue vai servir de referência para entender como essas cias. aéreas estão vendo esta questão agora”, disse ele à Bloomberg.

Já o Safra revisou as estimativas para Embraer e estabeleceu novos preço-alvos de US$ 24,00 e R$ 20,50 para ações da empresa negociadas nos EUA e no Brasil, respectivamente, o que sugere potencial de upside de 31% para os papeis. Após entregas e resultados fracos no primeiro trimestre, o Safra espera melhores números no segundo trimestre, especialmente em aviação comercial. A companhia deve cumprir seu guidance, que contempla US$ 5,9 bilhões de receita líquida e margem Ebit de 8,2%, assumindo melhora de entregas e resultados do segundo trimestre em diante. Já o ano de 2018 permanece como principal preocupação de investidores, devido à transição na família de produtos de
aviação comercial. O Safra mantém recomendação neutra para as ações.

Natura (NATU3, R$ 25,55, +1,87%)
O InfoMoney publicou nesta quarta-feira uma matéria sobre Natura, que figura como a pior ação do Ibovespa nos últimos 30 dias, após o mercado não receber bem a notícia da compra por 1 bilhão de euros da britânica The Body Shop. Enquanto fundamentalistas ainda estão receosos, grafistas indicam que a ação está oferecendo uma boa oportunidade de compra (veja aqui a análise). 

“Players de açúcar”

Ontem, o InfoMoney deu início ao Especial Setores do 2° Semestre. Em análise sobre as empresas de açúcar e álcool, o analista Marco Saravalle, da XP Investimentos, comentou que o setor deve ter uma “segunda chance” em 2017, depois de ter sido duramente penalizado por uma inesperada queda dos preços do açúcar na primeira metade do ano. Para ele, a commodity pode ter atingido seu fundo e buscar uma recuperação nos próximos meses, o que pode ajudar a sustentar uma alta das ações. No setor, ele diz que prefere São Martinho (SMTO3, R$ 16,78, -2,89%), embora tenha Cosan (CSAN3, R$ 33,91, -1,45%) na carteira recomendada da corretora por conta da liquidez (veja aqui a análise completa). 

B2W (BTOW3, R$ 11,46, -2,22%)
O BTG Pactual divulgou nesta manhã relatório com prévia do resultado do 2° trimestre da B2W. Os analistas esperam que a companhia continue adotando como estratégia o aumento da penetração da sua plataforma de marketplace, atingindo 30% do GMV total (que representa a soma das vendas, outras receitas e volumes do marketplace), contra 29% no 1° trimestre de 2017 e 16% no mesmo período de 2016. O prejuízo líquido deve ficar em R$ 101 milhões, contra queda de R$ 106 milhões 
no 2° trimestre do ano passado, enquanto a queima de caixa deve ser de R$ 407 milhões (principalmente por conta de uma piora nos dias de fornecedores).

Os analistas do BTG Pactual mantém recomendação de compra para a ação, com base nas perspectivas de longo prazo para a empresa, embora com riscos de curto prazo dada a queima de caixa no 1º semestre de 2017. 

Braskem (BRKM5, R$ 34,34, -0,03%)

Segundo o jornal Valor Econômico, a B3 vai analisar ainda nesta semana a possibilidade de suspender a petroquímica Braskem do segmento de negociação conhecido como Nível 1.  A Braskem não divulgou as demonstrações financeiras do primeiro trimestre deste ano e do ano passado.

M. Dias Branco (MDIA3, R$ 46,44, -0,66%)

A M. Dias Branco teve a recomendação elevada de “marketperform” (desempenho em linha com a média) para “outperform” (desempenho acima da média) pelo BB Investimentos, com preço-alvo de R$ 57,00. 

Gol (GOLL4, R$ 8,30, +12,77%)

As ações da Gol dispararam após a companhia divulgar suas estimativas para o 2° trimestre e ter sua recomendação elevadas por dois bancos. O Citi elevou o papel para neutro, enquanto o Bank of America Merrill Lynch revisou a classificação para compra. 

Sobre os dados operacionais, a empresa informou que a margem operacional (Ebit) para o período deve ficar entre 1,5% e 2%, aumento de aproximadamente 1.000 pontos-base sobre o mesmo trimestre de 2016, de -8,2%, excluindo-se resultados não recorrentes. As informações são preliminares e não auditadas.

A receita unitária de passageiro (PRASK) para o trimestre encerrado em junho aumentou entre 7,5% e 8,0%, comparada ao mesmo período do ano passado, devido a disciplina de capacidade e as estratégias de gerenciamento de receita, segundo a empresa. 

Para o trimestre findo em junho, a GOL espera um aumento da receita unitária (RASK) de 8,5%a 9,0%. Os custos unitários ex-combustíveis (CASK ex-comb.), excluindo despesas não recorrentes, deverão cair aproximadamente 4% no trimestre findo em junho, comparativamente ao mesmo período do ano anterior.

Ainda de acordo com o comunicado, a capacidade (ASK) deve ter redução de 3,2% no 2º trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Já a margem Ebitda no período deve ser de 6,5% a 7,0%.

A Gol reduziu sua dívida total, incluindo arrendamento financeiros e operacionais, em aproximadamente R$ 100 milhões no trimestre.

Via Varejo (VVAR11, R$ 11,22, +2,84%) 

 A Via Varejo firmou acordo com a família Klein, acionista minoritária da empresa, que ajusta o pagamento de perdas incorridas até 8 de novembro de 2016 e define as responsabilidades das partes por prejuízos verificados após a data base, bem como garantias de pagamento à empresa. Em fato relevante, a varejista esclarece que “foram encerrados procedimentos para notificações de demandas judiciais que poderiam corresponder a perdas e danos indenizáveis de parte a parte” até 8 de novembro.

Após essa data, as partes se comprometem a “ajustar as garantias prestadas” para assegurar o reembolso da companhia por perdas que venham a ocorrer, segundo o comunicado. O acordo está sujeito à aprovação por parte do seu conselho de administração e também do Comitê Especial Independente para Transações Relacionadas.

Em relatório, o BTG Pactual comenta que já era esperado que esse acordo seria assinado após o 6º aniversário da associação entre Pão de Açúcar e Casas Bahua. No entanto, também poderia acelerar a venda da Via Varejo, uma vez que proporciona maior transparência em relação às responsabilidades da empresa (especialmente relacionada às despesas trabalhistas) e que acionista é responsável pelos pagamentos. “Apesar dos desafios que o segmento de varejo discricionário tem enfrentado (o que sem dúvida atrapalhou o processo de venda da Via Varejo), achamos que a melhoria sequencial esperada para os resultados de curto prazo da varejista, com significativa expansão da margem no e-commerce e melhora de receita aumenta a probabilidade de um acordo ser fechado em breve”, comentaram os analistas.

A companhia ainda teve preço-alvo elevado para R$ 13,00 pelo Safra.

Unipar (UNIP6, R$ 9,26, -3,54%)

 A Unipar Carbocloro informou na noite de ontem que fez um ajuste nos termos de sua OPA (Oferta Pública de Aquisição) por conta de uma queda maior que a esperada nas ações da companhia. 

Segundo o item 4.8 do edital da oferta, publicada em 28 de junho, a realização da OPA estava sujeita a determinadas condições, entre elas a não ocorrência de “(i) uma queda de 10% (dez por cento) ou mais no valor
acumulado da cotação da ação de emissão da Companhia na B3, tomando como base a cotação de fechamento verificada em 27 de junho de 2017″.

Considerando o fechamento desta terça, em R$ 10,90, os papéis da companhia acumulam uma queda de 15,68% desde 27 de junho. Diante disso, a empresa renunciou à esta condição, publicando assim um novo edital com esta informação ajustada.

Além disso, a Unipar confirmou que mantém a data do leilão da OPA para 28 de julho, com o preço de R$ 7,50 por ação. A companhia disse ainda que manterá o mercado informado sobre qualquer alteração na oferta.

Renova (RNEW11, R$ 7,72, +3,35%) 

A Renova Energia informou na terça-feira que recebeu uma oferta não vinculante da Brookfield Energia Renovável para capitalização da companhia e aquisição de fatia da Light Energia na empresa, segundo comunicado. “A avaliação dessa proposta está sendo feita por seus acionistas controladores”, disse a Renova Energia, sem falar em valores.

Segundo fontes disseram à Reuters, a proposta incluiria 800 milhões de reais em capital novo para a empresa de energias renováveis, e o ofertante compraria a fatia de 16 por cento que a Light tem na Renova. A compra permitiria que a Light deixasse o bloco controlador da Renova, que também é formado pela Cemig e pela RR Participações. As units da Renova fecharam em alta de 5,96 por cento na véspera, cotadas a 7,47 reais.

Bombril (BOBR4, R$ 3,77, +9,28%)
As ações da small cap Bombril voltaram a chamar atenção nesta quarta-feira. Nos últimos dois pregões, os papéis acumulam valorização de 22%, com volume financeiro acima da média. Hoje foram movimentados R$ 2,5 milhões com os papéis, contra média diária de R$ 64,6 mil dos últimos 21 pregões. Apesar da forte disparada, não há nenhuma notícia sobre a empresa no radar do mercado. 

(Com Agência Estado e Reuters)