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Foi o que pontuou o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o embaixador brasileiro Roberto Azevêdo, no Siavs, evento da avicultura e suinocultura, que se encerrou nesta quinta-feira (31), em São Paulo (SP).

Segundo Azevêdo, o mundo vive um período de crescimento lento, com desafios políticos e econômicos, que merecem cuidados. “Há uma espécie de sentimento geral de ´antiglobalização’”, disse, acrescentando que o “fechamento de fronteiras não vai resolver os problemas”.
Falando do setor de proteína animal, o diretor-geral da OMC destacou que o brasileiro é um dos mais competitivos, inclusive por não ter problemas sanitários, como, por exemplo, gripe aviária. “Brasil e EUA deverão responder por praticamente metade do comércio internacional de proteína animal na próxima década.” De acordo com Azevêdo, aumento da demanda nos países emergentes e queda nos preços dos cereais – usados como insumos para ração animal – serão pontos de alavancagem.