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SÃO PAULO – Assim como ocorreu nos sete dias anteriores, a última semana, de 19 a 25 de novembro, foi marcada pela estabilidade de preços nos combustíveis em nível nacional. Neste período, entrou em vigência a nova adição do álcool à gasolina (de 20% para 23% do total).
Segundo divulgou nesta segunda-feira (27) a Agência Nacional de Petróleo, houve uma ligeira queda, de 0,33%, no preço cobrado pelo derivado de cana-de-açúcar, que passou de R$ 1,494 o litro para R$ 1,489 na média dos postos brasileiros.
Gasolina
Vale ressaltar os valores cobrados no Estado e na cidade de São Paulo. Há cerca de três semanas, especialistas afirmaram que a nova composição do derivado de petróleo resultaria em uma queda de aproximadamente 1,5% no preço cobrado.
Foi exatamente isso o que ocorreu na última semana. Avaliando todos os postos do Estado, a média cobrada pelo litro passou de R$ 2,426 para R$ 2,391 (-1,44%). Na Capital, o barateamento foi um pouco maior: 1,69%, de R$ 2,426 para R$ 2,385. Em nível nacional a tendência foi de estabilidade: de R$ 2,531 para R$ 2,529 (-0,07%).
Álcool
Mas a maior queda ficou a cargo do álcool. Nas bombas do Estado de São Paulo, o preço passou de R$ 1,223 para R$ 1,196, o que representou barateamento de 2,20%.
Assim como ocorreu com a gasolina, a maior queda foi registrada nos postos paulistanos, que passaram a vender o litro de R$ 1,226 para R$ 1,193 (-2,69%).
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Tendência nacional
Correspondendo à tendência nacional, os demais combustíveis permaneceram praticamente estáveis nas duas últimas semanas.
O óleo diesel ficou 0,10% mais barato, de R$ 1,860 para R$ 1,858. O Gás Natural Veicular (GNV), por sua vez, teve o metro cúbico valorizado em 0,31% (de R$ 1,257 para R$ 1,261).
O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), ou o botijão de cozinha, passou a ser vendido por R$ 32,98, contra R$ 33,08 na semana anterior (-0,30%).