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SÃO PAULO – Em mais um dia volátil aos principais mercados internacionais, o indicador de risco-País encerrou a sessão desta segunda-feira (8) em queda de 3 pontos-base, atingindo 240 pontos. Sem referências na agenda de indicadores norte-americanos, os investidores repercutiram a declaração de Geithner.
Para o secretário do Tesouro dos EUA, a maior economia do mundo não corre o risco de ver seu rating triplo A ser rebaixado, a despeito da projeção de déficit fiscal na casa de US$ 1,6 trilhão para 2010. Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático – “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.
Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.
Vale lembrar que esta semana o governo norte-americano efetuará novos leilões de títulos da dívida pública dos Estados Unidos, na onda da alta na demanda pela segurança dos Treasuries em meio ao clima adverso nas bolsas.
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em baixa de 0,33% na noite desta segunda-feira, cotado a 133,30 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 240 pontos-base.
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Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
|---|---|---|---|
| Global 40 | 133,30 | 133,75 | -0,33 |