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SÃO PAULO – Com a notícia da estatização das agências hipotecárias norte-americanas Fannie Mae e Freddie Mac em evidência, o Global 40 fechou com tímida oscilação nesta segunda-feira (8). Além disso, a agenda amena, com apenas o Consumer Credit de julho, também esteve entre os destaques.
A tomada de controle das agências já vinha sendo especulada pelo mercado há meses, e foi aplaudida por diversos analistas e instituições, entre elas, o FMI (Fundo Monetário Internacional). O Tesouro dos EUA anunciou que se dispôs a destinar até US$ 200 bilhões para evitar a insolvência das duas companhias e o colapso do sistema financeiro no país.
O cenário favorável ao sistema financeiro norte-americano se traduziu em ganhos à renda variável internacional. Devido à maior segurança oferecida pelo Global 40, geralmente, a procura pela renda fixa é reduzida nessa situação. Vale ressaltar que a relação das variações da nota de dívida externa brasileira com o movimento dos Treasuries determina o indicador de risco-Brasil.
Global 40 pouco oscila
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em leve alta de 0,04% na noite desta segunda-feira, cotado a 133,00 centavos de dólar.
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 260 pontos-base, mantendo-se estável em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 133,00 | 132,95 | +0,04 |