Com queda do dólar, alimentos importados se tornam mais acessíveis

Para se ter uma idéia, o percentual de supermercados que vendem este tipo de produto chegou a 52% no ano passado

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SÃO PAULO – Nos últimos tempos, todos têm acompanhado as constantes quedas do dólar frente ao real. Na última segunda-feira (09), por exemplo, a moeda norte-americana atingiu o menor patamar desde outubro de 2000, R$ 1,898. Já no ano passado, o dólar comercial ficou 8% menor.

Por conta disso, vários itens importados, antes inacessíveis à maioria dos consumidores brasileiros, passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas, como é o caso dos alimentos.

De acordo com a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), o percentual de estabelecimentos que trabalhavam com este tipo de produto passou de 37% em 2005 para 52% no ano passado. Além disso, o faturamento com estes itens subiu de 2,13% para 3,08% no período.

Cuidados na hora da compra

Conforme orienta o Procon-SP, todas as embalagens de alimentos, nacionais ou importados, devem trazer todas as informações sobre o que está sendo consumido em língua portuguesa.

Nisso, estão inclusas as instruções de uso, características, registro no órgão competente, prazo de validade, composição, volume/quantidade, condições de armazenamento e identificação sobre o fabricante/importador.

Para quem pretende presentear

Como os alimentos importados, sobretudo chocolates e outros doces, costumam agradar à maioria das pessoas, é comum que sejam dados em datas comemorativas.

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Desta maneira, é muito importante que a pessoa verifique se quem vai receber o produto não tem algum tipo de restrição alimentar, decorrente de diabetes, hipertensão, doença celíaca etc, para não correr o risco de dar uma bola fora.