Com queda de preços, brasileiro trabalhou menos para comprar cesta básica

Tempo de trabalho necessário para comprar itens básicos caiu de 91 horas e 50 minutos em julho para 89 horas e 38 minutos

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SÃO PAULO – Com a queda de preços na cesta básica verificada em 16 das 17 capitais, em agosto, o tempo de trabalho necessário para comprar o conjunto de alimentos caiu. Enquanto em julho foram necessárias 91 horas e 50 minutos para adquirir produtos essenciais, no oitavo mês do ano, a jornada exigida foi de 89 horas e 38 minutos.

Os números são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgados nesta quarta-feira (8) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Em agosto do ano passado, a mesma cesta exigia, em média, 96 horas e 37 minutos de trabalho.

Cesta exige mais tempo de trabalho em Porto Alegre
Em agosto, Porto Alegre foi a capital onde as pessoas mais precisaram trabalhar para comprar a cesta básica, com 103 horas e 55 minutos. Esse tempo é maior que o registrado um mês antes, que foi de 102 horas e 31 minutos.

Em seguida, aparece a cidade de São Paulo (101 horas e 39 minutos) e, em terceiro, Manaus (97 horas e 36 minutos).

As capitais onde as pessoas tiveram de trabalhar menos, na comparação com as demais cidades, em agosto, foram Aracaju (75 horas e 28 minutos), Fortaleza (77 horas e 26 minutos) e João Pessoa (79 horas e 04 minutos).

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Ranking
Confira, na tabela abaixo, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica em agosto, por capital:

Posição Cidade Horas trabalhadas
1° Porto Alegre 103h55min
2° São Paulo 101h39min
3° Manaus 97h36min
4° Florianópolis 95h26min
5° Vitória 94h01min
6° Curitiba 92h34min
7° Brasília 92h18min
8° Goiânia 92h18min
9° Belo Horizonte 92h14min
10° Rio de Janeiro 91h24min
11° Belém 89h43min
12° Natal 84h22min
13° Salvador 83h07min
14° Recife 81h12min
15° João Pessoa 79h04min
16° Fortaleza 77h26min
17° Aracaju 75h28min

 Fonte: Dieese