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SÃO PAULO – O dólar comercial encerrou as negociações desta quarta-feira com uma leve baixa de 0,03% em relação ao fechamento anterior, cotado a R$ 3,4640 na compra e R$ 3,4700 na venda. No mercado paralelo, a moeda dos EUA encerrou o dia negociada a R$ 3,5520, representando um ágio de 2,54% em relação ao dólar comercial.
A sessão de câmbio foi mais uma vez fortemente marcada pela volatilidade, em função do fraco volume de negociações, visto que boa parte dos investidores aguarda posições mais definidas no que se refere ao iminente conflito envolvendo os Estados Unidos e o Iraque.
Nota-se que com mais esta queda, o dólar acumula desvalorização de 2,66% em março, frente a alta de 1,48% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 2,11%.
Mercado aguarda posição da Reino Unido e EUA
Na ausência de noticias mais relevantes no âmbito interno, o movimento do dólar foi ditado pela insegurança dos investidores em relação à provável guerra no Oriente Médio, visto que os Estados Unidos continuam dando sinais de que vão atacar, ainda que unilateralmente, visto que o Reino Unido começa a dar sinais de estar recuando em sua retórica belicosa.
Neste sentido, o primeiro ministro britânico, Tony Blair, sentindo-se pressionado pela oposição popular e por integrantes de seu próprio partido, tenta ampliar o prazo limite imposto pela ONU até o próximo dia 17 para que o Iraque complete a operação de desativação de suas armas com alto poder de destruição em massa.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril encerrou o dia cotado a R$ 3.501, baixa de 0,51% em relação ao fechamento de R$ 3.519 da última terça-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, fechou em forte alta de 0,84%, atingindo R$ 3.600 frente a R$ 3.570 do fechamento de terça-feira.
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FRA de cupom cambial fecha em alta
O FRA de cupom cambial para maio de 2003 fechou a 6,20%, frente aos 5,90% do fechamento de quarta-feira. Já o contrato referente a junho de 2003, fechou a 7,60%, leve alta em comparação aos 7,50% apurados na última sessão.