Com possível elevação dos combustíveis, curva de juros abre taxas na BM&F

A Petrobras deve terminar o estudo sobre a necessidade de aumento de preços da gasolina e do diesel em uma semana

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SÃO PAULO – Como os investidores estão apreensivos quanto aos efeitos do elevado patamar do petróleo sobre a inflação no Brasil, a curva de juros, composta pelos principais contratos de DI, opera abrindo taxas na início da tarde desta sexta-feira.

Neste sentido, devido à enorme defasagem entre os preços do petróleo praticados no mercado doméstico e os preços internacionais, espera-se que a Petrobras promova um novo reajuste de preços nos combustíveis neste mês de novembro.

Contrato de abril de 2005 indica taxa de 17,80%

O contrato de juros de maior liquidez hoje, com vencimento em abril de 2005, aponta uma taxa de 17,80%,
0,09
ponto percentual acima
do fechamento de quinta-feira. O número de contratos negociados chega a 233.922.

Outros contratos com bom volume negociado são o com vencimento em janeiro de 2005, que registra taxa de 17,31%
e o de janeiro de 2006, com taxa de 18,00%. No fechamento de quinta-feira, as taxas apontadas
por estes contratos eram
17,26% e
17,94%, respectivamente.

Taxa do contrato de dezembro de 2004 sobe para 17,02%

Já o contrato com vencimento mais próximo, o de dezembro de 2004, aponta taxa de 17,02%, acima da taxa de 17,00%
registrada no último fechamento.

A seguir confira as taxas dos principais contratos de DI futuro na BM&F:

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Vencimento Taxa atual Taxa Anterior Diferença Contr Neg
Dezembro de 2004 17,02 17,00 +0,02 100
Janeiro de 2005 17,31 17,26 +0,05 49.262
Abril de 2005 17,80 17,71 +0,09 233.922
Julho de 2005 17,98 17,88 +0,10 19.850
Outubro de 2005 18,01 17,95 +0,06 3.330
Janeiro de 2006 18,00 17,94 +0,06 24.441