Com portfólio inalterado, SLW reitera recomendações para esta semana

Corretora mantém estratégia para os próximos dias, atenta à onda de realizações na bolsa paulista

Publicidade

SÃO PAULO – A SLW Corretora conserva a composição de sua última carteira recomendada semanal, mantendo estratégia semelhante para o período dos dias 15 a 19 de junho.

De olho nos indicadores externos, a corretora chama a atenção do investidor para as divulgações inflacionárias norte-americanas, com o anúncio dos preços ao produtor e ao consumidor. Além disso, também são destaque os números para a produção industrial do país, bem como as informações sobre seu déficit em conta corrente.

Paralelamente, os analistas comentam a onda de realizações vista nos últimos pregões. O fenômeno pode ser indicativo de que os lucros observados desde o início deste ano já têm embutidos em seus preços os indícios do começo da recuperação econômica mundial.

Confira as recomendações:

Empresa Código Preço Justo Upside*
CCR CCRO3 Em revisão –
Copel CPLE6 R$ 37,20 23,87%
Uol UOLL4 Em revisão –
Braskem BRKM5 Em revisão –
Itaú Unibanco ITUB4 R$ 43,00 34,29%

*Potencial de valorização com base na cotação de fechamento do dia 12 de junho

CCR

Considerada uma opção defensiva, a empresa foi incluída na seleção num momento em que a bolsa se ajusta às fortes altas vistas recentemente.

Copel

As expectativas para a geradora são de que o reajuste tarifário venha a acontecer ainda neste mês. Adicionalmente, vale lembrar que a companhia mostra forte geração de caixa e boa perspectiva de resultados, na visão da SLW.

Continua depois da publicidade

Uol

Reportou bons números operacionais no primeiro trimestre de 2009, além de forte crescimento de vendas. Ademais, a empresa dispõe de uma ótima situação de caixa.

Braskem

Deve ser beneficiada pela redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) e, além disso, os analistas entendem que suas ações devem dar continuidade ao desempenho visto em maio.

Itaú Unibanco

Com o aumento dos empréstimos a pessoas físicas e a redução dos juros cobrados pelos bancos, é reforçada a ideia de que o crédito volta a se expandir no Brasil.