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SÃO PAULO – Com o foco nos indicadores econômicos e no noticiário corporativo norte-americano, o risco-Brasil, principal indicador de confiança do investidor no país, encerrou cotado a 239 pontos-base, forte alta de 9 ponto-base frente ao último fechamento. O Global 40, bônus mais líquido, fechou em alta.
Nesta sessão, a agenda externa foi repleta de fracos indicadores econômicos. O Retail Sales, indicador que mede o volume das vendas ao mercado varejista norte-americano, recuou mais do que o esperado pelo mercado em dezembro, informou o Departamento de Comércio dos Estados.
No mesmo sentido, o NY Empire State Index, que mensura a atividade industrial na região de Nova York, registrou dados abaixo do esperado no mês de janeiro, anunciou o Federal Reserve Bank de Nova York.
No noticiário corporativo, não foi diferente. O Citigroup, maior banco norte-americano, anunciou um prejuízo líquido de US$ 9,83 bilhões e perda de US$ 18,1 bilhões com baixas contábeis e custo de crédito no quarto trimestre de 2007, por conta da crise do subprime.
Risco país fechou em forte alta
O indicador de risco-Brasil, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou a 239 pontos-base, forte alta de 9 pontos frente ao último fechamento.
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,04% na noite desta terça-feira, cotado a 135,40 centavos de dólar. Entre outros bônus globais,
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Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 40 | 135,40 | 135,35 | +0,04 |