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SÃO PAULO – O mercado cambial opera em forte volatilidade com os investidores divididos entre a desaceleração da inflação, a queda do petróleo e principalmente, a alta da taxa básica chinesa.
Deste modo, após operar em baixa pela manhã, a moeda norte-americana inverteu a tendência e opera em leve alta.
IGP-M e inflação
O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) da Fundação Getúlio Vargas apontou desaceleração da inflação no varejo e no atacado em outubro: alta 0,39%, ante alta de 0,69% em setembro e 0,50% no relatório Focus.
No que se refere a China, o banco central daquele país elevou a taxa básica de juros de 5,31% ao ano para 5,58% ao ano, enquanto a taxa anual dos depósitos bancários subiu de 1,98% para 2,25%.
Assim, os investidores acreditam que na possibilidade de diminuir a demanda chinesa , afetando as exportações brasileiras. Por outro lado, a desaceleração da inflação e a queda do petróleo são boas notícias, já que a ata da última reunião do Copom (Comitê de Polítca Monetária) registra a preocupação com relação ao elevado patamar da commodity e a pressão inflacionária.
Dólar opera em leve alta
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,8660 na compra e R$ 2,8670 na venda, alta de 0,17% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,0870 na venda, representando um ágio de 7,71% em relação ao dólar comercial.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro está sendo cotado a R$ 2.865,
leve alta de 0,01% em relação ao fechamento de R$ 2.865 da última quarta-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, opera em leve baixa de 0,07%, atingindo R$ 2.898 frente a R$ 2.900 do fechamento de quarta-feira.