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SÃO PAULO – Se encaminhando para a 4ª alta seguida, o dólar comercial opera esta quinta-feira (23) no campo positivo e por volta das 15h10 (horário de Brasília) segue com alta de 0,31%, cotado a R$ 2,0248 na compra e R$ 2,0253 na venda. As notícias desta quinta não são muito animadoras e pressionam o sentimento de aversão ao risco – que fortalece a moeda norte-americana.
Números prévios para o PMI Composto (Purchasing Manager’s Index), divulgados pelo HSBC, mostraram que a atividade econômica na Europa segue em contração, o que pode significar uma recessão para a região neste terceiro trimestre. Na China, o PMI de manufatura teve forte queda e atingiu o pior nível em sete meses, indicando que a indústria passou de expansão para contração.
Já nos EUA, os dados apresentados nesta manhã frustaram os analistas. Os pedidos semanais de auxílio-desemprego vieram acima das projeções, mostrando um aumento de 368 mil para 372 mil. Enquanto isso, as vendas de casas novas no país aumentaram e também vieram acima do esperado, com 372 mil vendas em julho. Por fim, o preço das hipotecas aumentou 0,7% em junho, ante inflação de 0,6% registrada no mês anterior.
A agenda doméstica contou com a divulgação do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal). O indicador baixou para 0,34% na terceira quadrissemana de agosto, depois de encerrar a semana anterior com elevação de 0,39%. Três dos oito grupos que compõem o indicador apresentaram decréscimo nos preços, sendo que o destaque ficou com o grupo Alimentação, que passou de 1,27% para 1,07%.
Ainda por aqui, o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&FBovespa, fechou a R$ 2,0241, alta de 0,15% sobre o último fechamento.