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SÃO PAULO – Em uma sessão instável, o dólar comercial registrou a sua quinta desvalorização consecutiva nesta quarta-feira, acumulando perda de 3,66% no período.
Apesar da manutenção do ambiente favorável ao ingresso de recursos, a forte queda recente da divisa impediu que a moeda apresentasse nova depreciação significativa.
O mercado também avaliou os resultados do IPC- Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) de março que, com uma alta de 0,14%, ficou acima da deflação de 0,03% apurada anteriormente. Porém, mesmo assim, ficou abaixo da inflação de 0,30% esperada pelo mercado.
BC comprou dólares
O Banco Central voltou a comprar dólares nesta terça-feira e, segundo fontes de mercado, foram aceitas quatro propostas, com taxa de corte de R$ 2,1325.
Por outro lado, segundo dados publicados nesta manhã pelo Banco Central, o fluxo cambial encerrou março positivo em US$ 7,993 bilhões, o maior desde março de 1998.
Dólar voltou a cair
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1290 na compra e R$ 2,1320
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na venda, leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,2800, representando um ágio de 7,09%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,48% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,22%.
Dólar futuro na BM&F
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
encerrou o dia cotado a R$ 2.147,
leve baixa de 0,12% em relação ao fechamento
de R$ 2.150
da última terça-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, fechou em alta de 0,39%,
atingindo R$ 2.175 frente
à R$ 2.167 do fechamento de
terça-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1320.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,39% para junho de 2006, queda de 0,07 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,89%, queda de 0,01 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.