Com clima mais tenso nos EUA, dólar inverte sua trajetória e opera em alta

Preocupações no plano corporativo impulsionam a cotação da moeda, diante de nervosismo nos mercados

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SÃO PAULO – Após acumular uma série de quedas e atingir o patamar mais baixo desde janeiro de 1999, o dólar comercial inverte a sua trajetória e opera em alta nesta quinta-feira (26), em meio a maiores preocupações com o plano corporativo norte-americano.

Ainda pela manhã, a crise no setor financeiro teve seu foco ampliado com o anúncio do Goldman Sachs, que projetou perdas de US$ 9 bilhões e US$ 4 bilhões para o próximo trimestre contábil de Citigroup e Merrill Lynch, respectivamente. Além disso, o banco recomendou a venda dos papéis da General Motors, que teve seu rating rebaixado na quarta-feira pela agência Fitch.

Os resultados trimestrais da Nike e da Oracle, a segunda maior fabricante de softwares do mundo, ressaltaram maiores dificuldades nas operações dos EUA, aumentando o clima de cautela do mercado financeiro.

Confira as cotações

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,5940 na compra e R$ 1,5960 na venda, alta de 0,25% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 1,8300 na venda, representando um ágio de 14,81% em relação ao dólar comercial.