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SÃO PAULO – Depois de abrir a sessão em leve queda, o dólar comercial fechou estável nesta quarta-feira, refletindo a ponderação entre o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA no segundo trimestre e uma nova atuação do Banco Central no mercado de câmbio.
Corroborando o prognóstico favorável para a política monetária norte-americana, a economia dos EUA registrou um crescimento de 2,9% no período, ficando acima da medição anterior, que apurou alta de 2,5%, mas abaixo do esperado, que girava em torno de 3,0%.
Conforme as expectativas, impedindo a desvalorização da divisa, o BC fez um novo lelilão de compra de dólares nesta quarta-feira. Segundo fontes do mercado, a entidade aceitou 12 propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,135.
Copom
Vale lembrar ainda que, nesta quarta-feira, o Copom (Comitê de Política Monetária) irá divulgar o novo patamar da taxa Selic. A expectativa do mercado é de corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica.
Dólar comercial fecha próximo à estabilidade
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1340 na compra e R$ 2,1370
na venda, estável em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3340, representando um ágio de 9,37%
em relação ao dólar comercial.
O
dólar acumula desvalorização de 1,70% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,01%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.138,
leve baixa de 0,07% em relação ao fechamento
de R$ 2.139
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da última terça-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, fechou em leve baixa de 0,09%,
atingindo R$ 2.151 frente
à R$ 2.153 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,138.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,28% para novembro de 2006, alta de 0,15 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.