Com ajuda a seguradoras de bônus dos EUA, dólar comercial opera em queda

Desempenho mais favorável nos mercados externos aliado ao noticiário corporativo pressiona a cotação da moeda

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SÃO PAULO – Pressionado pelo clima mais ameno nos mercados externos, o dólar comercial opera em forte desvalorização nesta quinta-feira (24). A expectativa em torno da aceleração na aprovação do pacote fiscal do presidente Bush por parte do Congresso dos Eua aliviou as tensões, com detalhes sobre incentivos a seguradoras.

Além disso, resultados corporativos acima do esperado e dados favoráveis de pedidos de auxílio-desemprego dão fôlego a Wall Street.

Para completar, com a manutenção da taxa Selic no Brasil pelo Copom, somada à redução do juro básico nos EUA, os ativos de renda fixa brasileiros se tornaram mais atrativos em termos relativos, o que pode aumentar a quantidade de investimentos estrangeiros e valorizar o real.

Acompanhe as cotações

O dólar comercial opera cotado a R$ 1,7850 na compra e R$ 1,7870

na venda, forte baixa de 2,08% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0200, representando um ágio de 13,17%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 0,62% em janeiro, frente
à baixa de 0,89% registrada no mês passado.

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No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 0,62%.

Dólar futuro na BM&F
também opera em queda

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro
opera cotado a R$ 1.787,
forte baixa de 2,19% em relação ao fechamento
de R$ 1.827

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da última quarta-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera em forte baixa de 2,18%,
atingindo R$ 1.795 frente
à R$ 1.835 do fechamento de

ontem.