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SÃO PAULO – Reduzindo o ritmo de ganhos da abertura, o dólar comercial opera nesta sexta-feira (10) com valorização de 0,70%, sendo negociado de volta a R$ 2,002. A alta é quarta da semana e leva a cotação para perto do maior patamar desde 25 de maio.
A tarde começa negativa nas principais bolsas de valores, que ainda sinalizam maior aversão ao risco entre os investidores. O último dia de negócios conta com agenda repleta de indicadores nos EUA, além da notícia sobre a nova General Motors.
A Universidade de Michigan informou há pouco que a versão preliminar da confiança do consumidor totalizou 64,6 pontos em julho, número menor do que a medição anterior (70,4 pontos) e do que a estimativa do mercado (70 pontos).
No início do dia, o mercado avaliou os números da balança comercial, que mostrou um déficit menor em maio, surpreendendo os analistas. O saldo ficou negativo em US$ 26 bilhões, enquanto a previsão era de déficit de US$ 30 bilhões.
Mercados sob atenção
Diante dos sinais de fragilidade na maior economia do mundo, o principal índice da bolsa brasileira acompanha o mercado e tem baixa de 0,16%. Outro setor que pressiona os negócios é o de commodities, que registra forte recuo.
Atento à trajetória do câmbio, o Banco Central brasileiro segue sem confirmar se irá intervir no mercado, através da realização de novos leilões de swaps ou com a compra de dólares para o aumento das reservas.
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Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,1500 na venda, representando um ágio de 7,07% em relação ao dólar comercial.