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SÃO PAULO – O dólar comercial sustenta a tendência de alta verificada na abertura desta sessão. O foco das preocupações nesta sexta-feira (27) são os números ruins em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano, que surpreendeu de forma negativa.
A economia dos EUA retraiu 6,2% no quarto trimestre de 2008, segundo informações anualizadas do Departamento de Comércio norte-americano. Esta foi a pior performance desde 1982. O resultado foi pior do que apontavam as expectativas do mercado, que apontavam para queda de 5,4% na atividade.
A cena corporativa internacional continua chamando a atenção. Após muitas especulações, o departamento do Tesouro dos Estados Unidos informou que não haverá aumento de participação no capital do Citi, apenas a possibilidade da conversão de até US$ 25 bilhões de ativos preferenciais – já em poder do setor público – em ações ordinárias. Com isso, o governo teria cerca de 36% do banco.
Brasil
O Governo apresentou um superávit primário de R$ 5,188 bilhões durante o mês de janeiro, frente ao déficit registrado em dezembro de R$ 16,793 bilhões, conforme dados divulgados pelo Banco Central por meio da Nota de Política Fiscal.
A confiança do consumidor em relação à situação econômica do País teve queda de 1,4% entre janeiro e fevereiro de 2009, passando de 100,3 pontos para 96,3 pontos. A queda do índice fez com que o mesmo atingisse o menor nível da série, iniciada em setembro de 2005, segundo mostra o Índice de Confiança do Consumidor, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta sexta-feira.
O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor – Fipe) marcou inflação de 0,32% na terceira prévia do mês. A desaceleração do grupo educação ajudou a reduzir o ritmo de avanço da alta dos preços.
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Acompanhe as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,3730 na compra e R$ 2,3750
na venda, forte alta de 1,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,4500, representando um ágio de 3,24%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 2,86% em fevereiro, frente
à baixa de 1,20% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,63%.
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
opera cotado a R$ 2.380,
forte alta de 1,28% em relação ao fechamento
de R$ 2.350
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera em forte alta de 0,93%,
atingindo R$ 2.397 frente
à R$ 2.375 do fechamento de
ontem.
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