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SÃO PAULO – Confirmando a tendência mantida durante a maior parte do dia, o dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira em queda, acumulando sua segunda baixa consecutiva e a décima segunda em treze sessões.
O principal fator de influência sobre o mercado de câmbio nesta quinta-feira foi a reação ao depoimento do ministro Antonio Palocci à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, na véspera.
Apesar de bem recebido pelo mercado, o depoimento do ministro não deve eximi-lo de comparecer a alguma das CPIs num futuro próximo, ao menos essa é a vontade da oposição.
BC volta a intervir no mercado de câmbio
Como vem fazendo sistematicamente há mais de um mês, o Banco Central voltou a intervir no mercado de câmbio nesta quinta-feira. A atuação da autoridade monetária, no entanto, não serviu para interromper a trajetória de queda da moeda norte-americana.
Segundo fontes de mercado, o Banco Central teria aceitado mais de 20 propostas, com taxa de corte de R$ 2,1860.
Dólar volta a fechar em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1908 na compra e R$ 2,1910
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na venda, baixa de 0,50% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,4230, representando um ágio de 10,60%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,75% em novembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 17,41%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.200,
baixa de 0,68% em relação ao fechamento
de R$ 2.215
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, fechou em baixa de 0,54%,
atingindo R$ 2.224 frente
à R$ 2.236 do fechamento de
ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
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O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 3,92% para janeiro de 2006, com alta de 0,01 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a fevereiro de 2006, encerrou a 4,12%, com alta de 0,02 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.