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SÃO PAULO – Entre boas referências da economia norte-americana, a sexta-feira (25) marcou ganhos à renda variável em Wall Street. Em meio a este cenário, os principais títulos da dívida externa brasileira apresentaram trajetória de alta, enquanto o indicador de risco-Brasil caiu.
O setor imobiliário arrefeceu tensões através de um New Home Sales superior às expectativas, enquanto o bom Durable Good Orders amenizou as preocupações com os impactos da desaceleração sobre o setor industrial. A versão revisada do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan também foi destaque, reiterando a breve melhoria na percepção ao risco.
O indicador de risco-País é calculado a partir da relação entre a variação dos títulos do Tesouro norte-americano (Treasuries) – que mostraram forte baixa em seus preços – e os Globais.
Global estável, risco-País cai forte
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou estável na noite desta sexta-feira, cotado a 133,05 centavos de dólar. Entre outros bônus globais, o destaque ficou com o Global 15, que mostra alta de 0,22%.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 218 pontos-base, com recuo de 7 pontos em relação ao último fechamento.
Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
| Global 13 | 123,55 | 123,40 | +0,12 |
| Global 15 | 114,65 | 114,25 | +0,35 |
| Global 40 | 133,05 | 133,05 | 0,00 |