Publicidade
11h22: CCX Carvão (CCXC3, R$ 0,43, +141,18%)
A CCX Carvão dispara nesta sessão, atingindo na máxima do dia alta de 150%. A CCX Carvão da Colômbia informou ontem à noite ter recebido proposta de aquisição do Blackstone Advisory Partner, assessor financeiro de um grupo de fundos soberanos e grandes investidores estrangeiros, por US$ 170 milhões, descontando o endividamento líquido da companhia. A empresa disse em fato relevante na quinta-feira que “até o momento, ainda existem condições precedentes pendentes” em relação a estas negociações. A CCX Colômbia estava no ano passado em negociação com a Yildirim para a venda dos projetos de mineração a céu aberto de Cañaverales e Papayal e do projeto de mineração subterrânea de San Juan, todos na Colômbia.
10h56: Exportadoras
Com a derrocada na Bolsa e disparada do dólar, praticamente só se salvam no mercado hoje ações de empresas voltadas à exportação, entre elas Suzano (SUZB5, R$ 13,99, +1,30%), CSN (CSNA3, R$ 5,37, +0,37%), Kablin (KLBN11, R$ 17,78, +0,28%) e Embraer (EMBR3, R$ 25,05, +0,20%). Mesmo assim, ambas apresentam uma alta bem amena nesta sexta-feira.
Vale mencionar que no caso da CSN, além da alta do dólar, a empresa dá continuidade ao movimento da véspera, quando disparou 7% depois de balanço do quarto trimestre. A CSN informou que lucrou R$ 66,992 milhões no quarto trimestre, invertendo prejuízo de R$ 250,388 milhões registrado no trimestre imediatamente anterior, principalmente devido ao maior lucro bruto e melhor resultado financeiro. Segundo a XP Investimentos, o resultado surpreendeu positivamente, apontando que apesar do cenário macroeconômico desafiador, principalmente no mercado doméstico, a alta do dólar frente ao real deve influenciar positivamente a empresa.
10h38: Petrobras (PETR3, R$ 8,09, -3,86%; PETR4, R$ 8,21, -3,53%)
As ações da Petrobras afundam na Bolsa em meio ao pessimismo gerado na véspera com a notícia de que o Tesouro decidiu suspender a operação que daria R$ 9 bilhões à estatal, conforme informou a Bloomberg. Além disso, a Petrobras afirmou, em comunicado enviado ao BM&FBovespa, que ainda não há data para divulgação do seu balanço auditado do terceiro trimestre e de todo o ano de 2014. Na Folha de S. Paulo, matéria cita que a Petrobras está negociando com seus principais credores a possibilidade de adiar por seis meses o prazo de entrega do balanço auditado, sem que ocorra a cobrança antecipada de dívidas.
10h28: JHSF (JSHF3, R$ 1,94, -5,37%)
A JHSF aprovou aumento de capital de R$ 192,134 milhões com emissão de 92.730.160 ações ordinárias, a R$ 2,0719 ação. O direito de preferência vai até 13 de abril.
10h25: Lojas Americanas (LAME4, R$ 15,79, -2,83%)
A varejista Lojas Americanas teve alta de mais de 8% e seu lucro líquido no quarto trimestre, com avanço da receita líquida compensando o aumento das despesas financeiras, enquanto prevê alta dos investimentos em 2015. A empresa teve lucro líquido consolidado de R$ 296,3 milhões no quarto trimestre, alta de 8,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, informou nesta quinta-feira. A média dos analistas ouvidos pela Reuters esperava lucro líquido de R$ 292,7 milhões. Segundo a XP Investimentos, a companhia mostrou um bom resultado operacional. Embora o segmento “vendas mesmas lojas” da empresa tenha vindo na casa de 9%, contra expectativa de crescimento de 10%, a varejista conseguiu melhorar seu capital de giro em um dia, disseram os analistas.
Continua depois da publicidade
10h23: Vale (VALE3, R$ 18,82, -0,21%; VALE5, R$ 8,31, -2,24%)
A Vale anunciou hoje a renúncia de Paulo Rogério Cafarelli ao cargo de membro do conselho de administração da mineradora. Para seu lugar, foi aprovada a nomeação de Gueitiro Matso Genso.
10h15: B2W (BTOW3, R$ 22,00, +4,81%)
As ações da B2W seguem forte alta da véspera e disparam nesta sexta-feira após divulgação do balanço do quarto trimestre. A varejista online, dona do site Submarino, obteve lucro líquido de R$ 20,9 milhões no quarto trimestre de 2014, após registrar um prejuízo de R$ 10,5 milhões no mesmo intervalo do ano anterior. A receita líquida cresceu 32,1% de outubro a dezembro.
10h12: Natura (NATU3, R$ 24,41, -3,90%)
A Natura teve seu preço-alvo cortado em 29% pelo Bradesco BBI.