CCR (CCRO3) receberá R$ 682,6 mi de SP por perdas na pandemia; Americanas (AMER3) e a Vibra (VBBR3) concluem encerramento de parceria

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira (1)

Felipe Moreira

Trem da ViaQuatro, empresa da CCR que administra a Linha-4 do Metrô de São Paulo (Divulgação)

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O radar corporativo desta sexta-feira (1) tem como destaque o reconhecimento de desequilíbrio econômico-financeiro referente ao contrato de concessão firmado pela ViaQuatro, controlada da CCR (CCRO3), e o Estado de São Paulo.

A Americanas (AMER3) e a Vibra (VBBR3) concluíram o encerramento da parceria relacionada à sociedade Vem Conveniência.

A PetroRecôncavo (RECV3) aprovou distribuição de JCP no valor de R$ 160 milhões.

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CSN (CSNA3) captou US$ 500 milhões via títulos externos com vencimento em 2030.

Ferbasa (FESA4) aprovou pagamento de JCP no valor de R$ 41,6 milhões.

Totvs (TOTS3) adquiriu Ahgora pelo montante de R$ 380 milhões.

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Justiça intimou a Braskem (BRKM5) sobre nova ação que pede R$ 1 bilhão por afundamento de solo em Maceió.

Confira mais destaques:

CCR (CCRO3)

A CCR (CCRO3) informou que, na última quinta-feira, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo – DOESP, o reconhecimento da ocorrência de desequilíbrio econômico-financeiro referente ao contrato de concessão firmado por sua controlada direta Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo (ViaQuatro), devido à perda de receita tarifária resultante da redução de demanda de passageiros na Linha 4 – Amarela decorrente da pandemia da Covid-19.

O valor bruto do desequilíbrio corresponde a R$ 682,6 milhões, em valores de fevereiro de 2023, a ser reequilibrado em favor da ViaQuatro. A modalidade do recebimento deste reequilíbrio será, ainda, selecionada pelo Poder Concedente e comunicado ao mercado no momento oportuno.

Americanas (AMER3) e Vibra (VBBR3)

A Americanas (AMER3) comunicou que, na última quinta-feira, foi concluído o encerramento da parceria relacionada à exploração do negócio de lojas de pequeno varejo desenvolvida através da sociedade Vem Conveniência, em parceria com a Vibra Energia.

Com o encerramento: (i) a Americanas passou a ser titular da integralidade das ações de emissão da Vem, que é a sociedade detentora das lojas de pequeno varejo “Local”; e (ii) a Vibra passou a deter a totalidade das lojas de pequeno varejo “BR Mania” através da VBBR Conveniência S.A., uma nova sociedade incorporada pela Vibra para tal finalidade (“Sociedade BR Mania”).

Ainda, como resultado do Encerramento, a Vibra realizou o pagamento à Americanas no valor de R$ 192 milhões, e a companhia alterou a denominação social da Vem Conveniência S.A., cuja marca passa a ser utilizada exclusivamente pela Sociedade BR Mania, para “Americanas Local S.A.”.

Sanepar (SAPR11)

A Companhia de Saneamento do Paraná – Sanepar informou que, nesta data, a 7ª Assembleia Geral Extraordinária das Microrregiões Centro-Litoral (MRAE-1), Centro-Leste (MRAE-2) e Oeste (MRAE3) do Estado do Paraná aprovou o requerimento da Sanepar para adequação e regularização de 25 contratos provisórios por meio de prestação direta regionalizada, com prazo uniformizado até 05/06/2048, de forma a atender às metas previstas para universalização dos serviços de água e esgoto conforme o Art. 11-B da Lei Federal nº 14.026/2020, com preservação da modicidade tarifária. Cabe salientar que os 25 municípios representam, aproximadamente, 5% da receita total da Companhia

Totvs (TOTS3)

A Totvs (TOTS3) comunicou que sua subsidiária, Soluções em Software e Serviços TTS, celebrou, nesta quinta-feira (30), contrato de compra e venda para aquisição da totalidade das ações da Ahgora HCM e das quotas da Webtraining, pelo montante de R$ 380 milhões.

O valor a ser pago está sujeito a ajustes após a conclusão de uma reorganização societária, por meio da qual a Ahgora transferirá para a HCM a operação de software conduzida por ela na presente data.

Itaúsa (ITSA4)

O Conselho de Administração da Itaúsa (ITSA4) aprovou nesta quinta-feira (29) a 6ª emissão de debêntures, não conversíveis em ações, em série única, no montante de R$ 1,25 bilhão.

Segundo comunicado, os recursos serão integralmente utilizados para realizar o pagamento do resgate antecipado facultativo da totalidade das debêntures da 1ª série da 4ª Emissão de Debêntures da Itaúsa, com desembolso total de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, incluindo remuneração e prêmio, em data a ser informada oportunamente aos debenturistas.

PetroRecôncavo (RECV3)

A PetroRecôncavo (RECV3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 160 milhões, correspondente ao valor bruto de R$ 0,545972 por ação ordinária.

Farão jus ao recebimento de juros sobre o capital próprio os acionistas inscritos nos registros da companhia em 05 de dezembro de 2023, sendo que as ações serão negociadas “ex-juros” a partir de 06 de dezembro de 2023.

O pagamento será realizado aos acionistas no dia 15 de dezembro de 2023.

Ferbasa (FESA4)

A Ferbasa (FESA4) aprovou o pagamento de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no valor de R$ 41,6 milhões, programado para creditamento em 22 de dezembro.

Os valores brutos totais a serem creditados e pagos a título de Juros sobre Capital Próprio serão, respectivamente, de R$ 0,45829578289 para cada ação ordinária e de R$ 0,50412536118 para cada ação preferencial.

Os referidos pagamentos serão imputados ao dividendo mínimo obrigatório relativo ao exercício social de 2023, e os créditos individualizados terão como base as posições acionárias existentes no fechamento do pregão da Bolsa de Valores de São Paulo, do dia 07 de dezembro.

CSN (CSNA3)

A CSN Resources, controlada da CSN (CSNA3), captou US$ 500 milhões mediante a realização de uma oferta de títulos representativos de dívida denominados Notes, com vencimento em 2030 e juros de 8,875% ao ano.

A CSN prentende utilizar os recursos líquidos captados por meio das notes para recomprar títulos representativos de dívida denominados 7,625% Senior Unsecured Guaranteed Notes, com vencimento em 2026, emitidas pela CSN Resources, em circulação no mercado internacional.

Braskem (BRKM5)

A Braskem (BRKM5) confirmou ter sido intimada sobre deferimento de tutela de urgência requerida pelos autores de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado de Alagoas e Defensoria Pública da União contra a companhia e o Município de Maceió. O valor da causa está calculada em R$ 1 bilhão.

Trata-se da decretação do estado de emergência devido ao risco iminente de colapso e desabamento de casas e outras construções no bairro Mutange, provocado por poços da antiga mina de sal-gema da empresa.

De acordo com a Braskem, foram deferidos vários pedidos como inclusão de nova área de criticidade no Mapa da Defesa Civil no Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação (“CF) instituído pela Companhia em Maceió (AL).