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Investigado pela Polícia Federal por negociações com o Banco Master, o Banco de Brasília (BRB) informou nesta terça-feira que encontrou “achados relevantes” em um relatório preliminar elaborado no âmbito de uma apuração interna conduzida pela própria instituição. O banco não detalhou o conteúdo dos achados, e informou que entregou um relatório à PF na semana passada e ao Banco Central na última segunda-feira.
“O BRB informa que vem adotando inúmeras medidas institucionais, administrativas, extrajudiciais e judiciais relacionadas a fundos de investimentos, garantias e carteiras de crédito, adquiridas pelo BRB, medidas estas que correm, parte em sigilo, e que serão reforçadas por novas medidas, com a maior brevidade possível, para garantir a efetividade da preservação dos interesses do Banco”, informou em nota.

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O banco pontuou que essas ações têm como intuito “resguardar seus interesses, recuperar seus créditos e ativos e ver ressarcidos os prejuízos causados pelos agentes relacionados à Operação Compliance Zero”. A investigação da PF em questão apura suspeitas de irregularidades em operações financeiras e na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, instituição estatal do governo do Distrito Federal.
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Os investigadores apuram os supostos crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa na venda de carteiras de crédito “insubsistentes” do Master ao BRB, por um valor inicialmente estimado em R$ 12,2 bilhões pelos investigadores, mas que chega a R$ 17 bilhões. O inquérito é supervisionado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Dias Toffoli.