Casas Bahia, PRIO, PetroReconcavo, Brava Energia e mais ações para acompanhar na 5ª

Veja os principais destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (8)

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Ativos mencionados na matéria

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O radar corporativo desta quinta-feira (8) traz a participação da PRIO (PRIO3) em leilões da ANP para blocos exploratórios na Bacia de Campos e atualizações operacionais de PetroReconcavo (RECV3) e Brava Energia (BRAV3).

Também fica no radar o Grupo Casas Bahia (BHIA3), após esclarecimentos prestados à CVM sobre reportagens relacionadas ao processo de recuperação judicial da companhia.

Confira mais destaques:

Grupo Casas Bahia (BHIA3)

O Grupo Casas Bahia informou ter respondido a ofício da CVM referente a reportagem publicada pelo Valor Econômico sobre conclusões de uma perícia realizada no âmbito de seu processo de recuperação judicial.

A varejista confirmou que o laudo de constatação prévia foi protocolado nos autos em 2 de outubro e que as informações divulgadas refletem, em linhas gerais, o conteúdo do documento elaborado pela administradora judicial. A companhia ressaltou, contudo, que o laudo possui caráter preliminar e meramente informativo.

Segundo a empresa, o documento não foi submetido ao contraditório nem analisado pelo juízo responsável pela recuperação judicial e, portanto, não produz efeitos sobre a companhia, seus credores ou seus valores mobiliários. A Casas Bahia afirmou ainda que a divulgação do laudo não configura fato relevante nos termos da regulamentação da CVM.

PRIO (PRIO3)

A PRIO informou que venceu os leilões dos blocos Magnetita e Hematita na Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP) realizada pela ANP.

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A companhia arrematou os ativos com excedente em óleo de 32,80% em Magnetita e 7,18% em Hematita. Os blocos estão localizados ao norte da Bacia de Campos, próximos aos campos de Wahoo e Frade.

Segundo a empresa, os ativos poderão ser desenvolvidos, em caso de sucesso exploratório, por meio de conexão ao FPSO Valente, que opera no Campo de Frade. O bônus de assinatura será de R$ 93 milhões para Magnetita e de R$ 1,6 milhão para Hematita.

PetroReconcavo (RECV3)

A PetroReconcavo registrou produção média de 23,5 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em setembro, queda de 1,3% em relação a agosto.

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Segundo a companhia, o recuo refletiu falhas de poços e a parada não programada de compressores no Ativo Bahia. O Ativo Potiguar produziu 11,7 mil boe/dia no período, redução de 1% na comparação mensal.

Já o Ativo Bahia registrou produção de 11,8 mil boe/dia, queda de 1,5% ante agosto. A empresa informou que o desempenho foi impactado por falhas de poços e interrupções em compressores em Remanso, parcialmente compensadas pelo aumento da produção no campo de Tiê após intervenções operacionais.

Brava Energia (BRAV3)

A Brava Energia registrou produção média preliminar de 82,9 mil barris de óleo equivalente por dia em setembro, alta de 1,7% frente a agosto.

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O avanço foi impulsionado principalmente pelos ativos offshore, cuja produção alcançou 53,2 mil boe/dia, enquanto os ativos onshore produziram 29,8 mil boe/dia. No trimestre, a produção média ficou em 82,4 mil boe/dia.

A produção de petróleo somou 64,2 mil barris por dia em setembro, acima dos 62,4 mil barris por dia registrados em agosto. Entre os destaques, o Polo Potiguar produziu 19,4 mil barris diários, beneficiado pela retomada operacional e pelo aumento dos volumes de reinjeção de vapor.

O campo de Papa-Terra também apresentou recuperação em relação ao mês anterior, alcançando produção de 10,2 mil barris por dia.

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Eneva (ENEV3)

A Eneva (ENEV3) informou que arrematou seis blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba durante o 6º Ciclo da Oferta Permanente promovido pela ANP. A companhia adquiriu participação de 100% nos blocos PN-T-49, PN-T-84, PN-T-85, PN-T-86, PN-T-101 e PN-T-102, ampliando sua presença em uma região considerada estratégica para suas operações de gás natural. A área total adquirida soma 13.983 km².

Para os ativos, a Eneva ofertou um Programa Exploratório Mínimo (PEM) de 5.630 Unidades de Trabalho, que deverá ser executado ao longo de seis anos. O valor total dos bônus de assinatura foi de R$ 1,5 milhão. Segundo o cronograma da ANP, os contratos de concessão dos blocos arrematados deverão ser assinados até 26 de fevereiro de 2027.

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Camille Bocanegra
Mercados | Mundo | Onde Investir

Camille é jornalista do InfoMoney e atua como repórter de mercados e do Ibovespa Ao Vivo, cobrindo ações brasileiras e internacionais, além de acompanhar o mercado de câmbio. Antes disso, trabalhou na divisão editorial do Research da XP e possui graduação em Direito.