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SÃO PAULO – Já existem três pessoas dispostas a gastar R$ 4 milhões no carro Zonda F, da Platinus. Com isso, a empresa deve atingir sua meta de vender um carro por ano em breve.
Segundo o dono da Platinus, Natalino Bertin Júnior, não será feito leilão e o veículo não será vendido para quem pagar mais, mas sim, para quem apresentar o melhor perfil para ter o automóvel mais caro já comercializado no Brasil.
Proibido para jovens
Para os empresários que fabricam o Zonda F, o modelo é destinado a quem possui mais de 50 anos e quer ser diferente. Horário Pagani, proprietário da empresa que produz o veículo, afirma que o carro não é para um jovem, mesmo que ele tenha dinheiro.
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De acordo com a Agência AutoInforme, não existe um modelo do Zonda F igual ao outro. No caso do que está sendo vendido no Brasil, a inovação é nos bancos, feitos com couro de avestruz.
Raridade
“Fabricamos 16 carros por ano e hoje um Zonda F usado pode custar mais caro do que um novo. Enquanto o zero quilômetro custa 700 mil euros na Europa, um usado pode chegar a 1 milhão de euros. O difícil é encontrar algum para ser comprado”, afirma Pagani.
O automóvel é fabricado em Modena, na Itália, e teve como inspirador o piloto de Fórmula 1, Juan Manuel Fangio, que apresentou Pagani à Mercedes e intermediou as negociações para o fornecimento de motores. O veículo seria chamado de Fangio F1, mas, com a morte do argentino, em 1995, o nome foi trocado por Zonda F, sendo a letra F de Fangio.
Entretanto, esse não é o único carro que a Platinus quer comercializar no Brasil. A empresa está negociando para trazer mais duas marcas, a Lamborgini e a Lótus.