Cai número de pessoas que compram na internet; cresce pesquisa de preço na web

O número de pessoas que já comprou algo via internet caiu de 18% em 2006 para 15% em 2007, segundo pesquisa

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SÃO PAULO – O número de pessoas que já comprou algo via internet caiu de 18% em 2006 para 15% em 2007, de acordo com a pesquisa Observador Brasil 2008, encomendada pela Cetelem ao Ipsos, que traça o perfil de consumidor e do lar brasileiros.

De acordo com o porta-voz para do estudo, Frank Vignard-Rosez, “isso acontece porque há um grande contingente de pessoas das classes populares que entrou na estatística de quem tem acesso à internet nesse último ano. Essas pessoas estão dando os primeiros passos na rede e precisam de um tempo para se transformarem em consumidores on-line“, explica.

Já o número de pessoas que usam a internet como ferramenta para pesquisar preços e informações dos produtos que pretendem comprar foi analisado no biênio 2005-2007. De lá para cá, caiu de 67% para 60% o número de internautas que não pretendem usar a rede com essa finalidade. Portanto, o número de pessoas que pretendem fazer pesquisas aumentou na mesma proporção, subindo de 33% em 2005 para 40% em 2007, com números menos representativos.

Pesquisa

Entre as pessoas que pretendem realizar pesquisa na internet antes da compra, a maior parte afirma que pesquisará sobre lazer/viagem (10%) e produtos culturais, como livros e CDs (10%).

Eletrodomésticos, TV Hi-Fi e aparelhos de vídeo aparecem em segundo lugar, já que 9% afirmaram que pesquisarão sobre eles antes de comprar. Ferramentas para trabalhos gerais estão em seguida, citadas por 6%.

Carros novos e móveis serão pesquisados na rede por 5% das pessoas que pretendem comprá-los, já comida e produtos financeiros serão pesquisados por apenas 4% dos internautas.

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Satisfação

A variedade de escolha é o principal motivo para que a compra tenha sido vista com bons olhos para 96% dos entrevistados. Já 94% disseram que a satisfação se deu em razão do grande número de informações sobre o produto, seguido pela qualidade das mercadorias, citada também por 94%.

A clareza na apresentação foi citada por 92%, na frente da conveniência e rapidez (90%), entrega dos produtos (88%), competitividade nos preços (87%), possibilidades de crédito (86%) e segurança na realização do pagamento (83%).