Brava, Eneva, Itaú, Mitre, Lavvi e mais ações para acompanhar hoje

Veja os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira

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O radar corporativo desta sexta-feira (16) traz a identificação de hidrocarbonetos em poço exploratório onshore pela Brava Energia (BRAV3). Além disso, a Eneva (ENEV3) recebeu novo aporte de R$ 1,77 bilhão do Itaú (ITUB4).

Mitre (MTRE3) aprova R$ 12 mi em dividendos intermediários.

Lavvi tem vendas menores, mas lançamentos crescem no 3º trimestre.

Confira mais destaques:

Eneva (ENEV3)

A Eneva (ENEV3) celebrou novo acordo de investimento com o Itaú Unibanco (ITUB4) regulando a operação por meio da qual o Itaú realizou um investimento adicional na Eneva Participações III, no montante de R$ 1,777 bilhão, mediante a subscrição de novas ações preferenciais de emissão da Eneva III.

Brava Energia (BRAV3)

A Brava Energia (BRAV3) comunicou à ANP a presença de hidrocarbonetos no seu primeiro poço exploratório onshore no Campo de Sanhaçu, na Bacia Potiguar (RN). A

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Mitre Realty (MTRE3)

A Mitre Realty (MTRE3) aprovou a distribuição de R$ 12 milhões em dividendos intermediários, equivalentes a R$ 0,11345 por ação ordinária. O pagamento será realizado em três parcelas de R$ 4 milhões, sem correção monetária ou juros.

Lavvi (LAVV3)

A Lavvi (LAVV3) anunciou nesta quinta-feira queda de 14% ‌nas vendas do terceiro trimestre sobre o mesmo período do ano passado, ⁠mas ‌os lançamentos ⁠cresceram 48%.

Suzano (SUZB3)

A BlackRock atingiu participação equivalente a 5,003% das ações ordinárias da Suzano, após adquirir 63,2 milhões de ações, incluindo papéis representados por recibos de ações negociados no exterior (ADRs). A gestora também detém instrumentos financeiros derivativos com liquidação financeira equivalentes a aproximadamente 0,001% das ações da companhia.

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Grupo SBF (SBFG3)

A Fitch Ratings atribuiu classificação de risco de crédito nacional de longo prazo AA(bra) à sexta emissão de debêntures do Grupo SBF, dono da Centauro. Os títulos têm garantia adicional da controladora e não são conversíveis em ações.

Klabin (KLBN11)

A Klabin renegociou financiamentos vinculados ao Projeto Puma II com o IDB Invest, a International Finance Corporation (IFC), a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e bancos comerciais. Os vencimentos foram prorrogados de 2032 para 2034 no empréstimo A e de 2029 para 2033 no empréstimo B. A operação também reduziu o custo total da dívida para SOFR mais 2,04% ao ano.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3)

A Petro-Victory Energia reduziu sua participação na Azevedo & Travassos Energia para 9,48% do capital social, passando a deter aproximadamente 3,79 milhões de ações ordinárias.

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Gafisa (GFSA3)

Um fundo sob gestão da Concórdia Gestão de Recursos passou a deter 3,62 milhões de ações ordinárias da Gafisa, equivalentes a 2,30% do capital social da incorporadora.

Fleury (FLRY3)

O grupo JPMorgan Chase vendeu 1,41 milhão de ações ordinárias do Fleury em 14 de outubro de 2026. Com a operação, sua participação acionária foi reduzida para 4,87% do total de ações ordinárias da companhia.

Valid (VLID3)

O conselho de administração da Valid aprovou a 12ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 200 milhões. Os títulos serão da espécie quirografária, ou seja, sem garantia real específica.

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Felipe Moreira
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