Braskem diz que ainda não foi citada em ação que pede realocação em Maceió

A ação também busca revisão do Mapa de Ações Prioritárias, documento que define as zonas de risco geológico em Maceió

Felipe Moreira

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Morador mostra estrago em sua casa ligado à mineração de sal-gema pela petroquímica Braskem em Maceió, Brasil 28/01/2020 REUTERS/Amanda Perobelli
Morador mostra estrago em sua casa ligado à mineração de sal-gema pela petroquímica Braskem em Maceió, Brasil 28/01/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

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A Braskem (BRKM5) informou que tomou conhecimento, pela mídia, da propositura de uma Ação Civil Pública movida pela Defensoria Pública de Alagoas e pelo Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB). A ação solicita a desocupação das comunidades dos Flexais de Cima e de Baixo, áreas afetadas pelo afundamento do solo, e pede que a petroquímica custeie a realocação das 3.169 moradias e pague R$ 1,7 bilhão em indenizações.

A petroquímica ressaltou que ainda não foi citada nos autos e que avaliará as medidas cabíveis dentro dos prazos legais. A ação também busca revisão do Mapa de Ações Prioritárias, documento que define as zonas de risco geológico em Maceió.

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