Brasileiro se preocupa mais com benefícios dos alimentos do que com o preço

Enquanto 14% dos brasileiros escolhem os pratos econômicos para o domicílio, 31% preferem aqueles que são nutritivos

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SÃO PAULO – Na hora de escolher os alimentos, preço não é o fator mais importante, mas os benefícios nutricionais de cada alimento. Enquanto 14% dos brasileiros escolhem os pratos econômicos para o domicílio, 31% preferem aqueles que são nutritivos.

Os dados da pesquisa encomendada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), para avaliar os hábitos alimentares da população, revelam que os consumidores estão mais preocupados com os benefícios que os alimentos trazem do que com o que vão gastar. Os alimentos que fazem parte do hábito familiar aparecem em segundo lugar na decisão de compra, com 22%.

Dos 1.420 entrevistados pela pesquisa, 9% escolhem alimentos que tragam saciedade, seguidos pelos 6% que preferem os práticos e ágeis. Os alimentos saborosos ficam na sexta posição, com 5%, seguido pelos variados e diversificados, com 4%.

Com 2%, ficam os alimentos que não engordam, sem ou com pouca gordura, leves e fácil digestão, e por último, os que possuem pouco sal.

Frutas e hortaliças
Entre os alimentos escolhidos para fazer parte da alimentação domiciliar, estão frutas e hortaliças. Embora elas sejam importantes para alimentação, apenas 18,2% dos brasileiros consomem a quantidade de frutas recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), que é de 400 gramas por dia.

Nesses tipos de alimento, o consumidor também possui alguns critérios para a escolha. Do total de entrevistados, 37% escolhem as frutas e hortaliças por serem saudáveis e fazerem bem para a saúde.

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Em segundo lugar, com 26%, os brasileiros consomem esses alimentos, pois consideram que eles previnem ou evitam doenças. Em seguida, com 22%, estão os que acreditam que tais alimentos contêm vitaminas.

Para 14%, as frutas e hortaliças são leves, não pesam e são de fáceis digestão. Já 12% acreditam que contêm vários nutrientes, seguidos por aqueles que acham que os alimentos dão energia e disposição.

Com 9% cada, os consumidores acreditam que as frutas e hortaliças regulam o intestino e deixam a pele mais bonita. Em seguida, com 8%, os consumidores que acreditam que esses alimentos controlam ou não aumentam o colesterol.

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Por fim, representando 5% e 3%, aparecem os consumidores que acreditam que tais alimentos controlam o peso ou não engordam e que eles contêm proteínas, respectivamente.

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