Brain quer fazer do Brasil uma ponte na conexão entre AL e mercados mundiais

Nova associação acredita que País tem qualificação para ser pólo internacional de investimentos no longo prazo

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SÃO PAULO – A Brain (Brasil Investimentos e Negócios) surge com a missão de se tornar uma ponte na conexão entre os mercados da América Latina e os pólos globais. De acordo com o diretor-geral da instituição, Paulo Oliveira, “o objetivo de se ter um pólo internacional de investimentos e negócios é o de incentivar a criação de uma rede de relações entre os países latino-americanos e desses com o Brasil, que, por sua vez, funcionará como uma ponte para os centros internacionais”, afirmou.

A criação da instituição foi anunciada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), pela Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros e pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). A Brain crê que as condições brasileiras atuais fortalecem a capacidade do País de atuar no segmento.

Entre as funções da nova instituição, estão a promoção de diversos setores e áreas, assim como a identificação de problemas comuns, além do incentivo de pesquisas e estudos. 

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Relações individuais
De acordo com as três entidades, a Brain é resultado de um estudo feito com apoio da consultoria BCG (Boston Consulting Group), em que foi identificado que os países da América Latina têm se relacionado individualmente com os principais polos internacionais, com destaque para Nova York e Londres. 

O objetivo é tornar o Brasil o centro dessas negociações, dinamizando assim as relações desses países entre si. O processo, ao mesmo tempo, incentivaria o mercado de capitais brasileiros e traria vantagens competitivas, além de empregos, liquidez e menor custo de capital.