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Você sabia que seu modo de pensar e agir pode influenciar diretamente sua vida financeira? Pois é, além de se manter informado e respeitar o seu perfil, quando o assunto é investimento, uma outra ferramenta deve ser levada em consideração: seu equilíbrio emocional.
Se você acha que, para investir bem, basta seguir as tendências de mercado e acompanhar de perto o que amigos e parentes têm feito, cuidado! É preciso buscar o maior número de elementos que lhe garantam segurança e pé-no-chão para investir.
Emoções à flor da pele
Muitas pessoas têm um viés de investimento que acaba comprometendo a sua tomada de decisão e, conseqüentemente, o alcance das suas metas financeiras. Boa parte desses vieses tem origem em fatores emocionais e psicológicos, e cabe ao investidor tentar entendê-los, para então superá-los.
Pesquisadores procuram explicar por que, às vezes, os investidores se comportam de forma irracional. Batizada de Finanças Comportamentais, a nova área de estudo vem atraindo bastante interesse, sobretudo no mercado de ações.
Confira os diferentes perfis emocionais. Veja onde você se enquadra e busque o equilíbrio:
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- Excesso de confiança
O investidor excessivamente autoconfiante tende a tomar decisões precipitadas pelo simples fato de que está sob a ilusão de que tem todo o conhecimento necessário e pode controlar a situação. Em geral, são investidores que negociam freqüentemente suas aplicações e estão mais propensos a correr riscos. Justamente por isso, esquecem de analisar, por exemplo, a situação financeira em que se encontram.
- Apego excessivo
Muitos investidores se apegam a um tipo de aplicação e não conseguem avaliá-la de forma clara, ignorando suas desvantagens.
- Incapacidade de mudar
Todo investidor deve sempre definir uma estratégia. No entanto, isso não significa manter-se sempre na mesma trajetória. É importante rever, de tempos em tempos, sua decisão de investimento.
Como controlar
Não podemos esquecer que o cérebro de cada um de nós tem uma forma toda especial de trabalhar. E, em alguns casos, é possível que o indivíduo tenha de fato uma dificuldade para tomar decisões de investimento.
Por isso, vale a dica: seja disciplinado. Antes de investir, faça uma lista do por que tomou a decisão, e reveja periodicamente esses argumentos, para avaliar se continuam sendo vantajosos ou não. Boa sorte!