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A companhia de planos de saúde e rede de hospitais Bradsaúde (SAUD3), do grupo Bradesco (BBDC4), teve lucro líquido de R$ 1,11 bilhão no segundo trimestre, um crescimento de 24,8% sobre o mesmo período do ano passado, com receita total crescendo dois dígitos e sinistralidade mostrando ligeiro avanço, de acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira.
No acumulado do ano, até junho, o lucro da companhia totalizou R$ 2,056 bilhões, alta de 32,9% em relação ao observado um ano antes.
A receita líquida do período foi de R$ 13,871 bilhões, aumento de 10,8% na base anual de comparação. Considerando os seis primeiros meses de 2026 a receita do grupo somou R$ 27,262 bilhões, alta de 9,8%, em base anual de comparação.
A companhia, criada no início deste ano a partir da consolidação das operações do Bradesco no setor de saúde, teve crescimento de 6,7% no número de clientes, que chegou a 13,6 milhões ao final de junho, sendo 4,1 milhões em planos de saúde e 9,5 milhões em odontológicos.
O tíquete médio de saúde subiu 1,9% e o de dental recuou 0,9%. A sinistralidade consolidada passou de 82,2% no segundo trimestre do ano passado para 83,8% nos três meses encerrados em junho deste ano.
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A Bradsaúde apurou um crescimento de 17% no resultado operacional, para R$1,5 bilhão, e a receita total avançou 10,8%, para R$13,87 bilhões.
No encerramento do trimestre, a BradSaúde registrou R$ 29,553 bilhões em ativos financeiros (caixa e aplicações financeiras).
Em seu balanço a empresa informou que esse montante garante uma sólida posição de liquidez para suporte ao crescimento das operações e cumprimento das exigências regulatórias.
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(com Reuters e Estadão Conteúdo)