Publicidade
O radar corporativo desta segunda-feira (5) traz a homologação do aumento capital bilionário do Bradesco (BBDC4). Além disso, a companhia de tecnologia Totvs (TOTS3) vendeu sua participação na RJ.
MBRF (MBRF3) cancela oferta para recomprar títulos de dívida com vencimento em 2029.
Já a controladora Unifique (FIQE3) propõs OPA para fechamento de capital da companhia.
Confira mais destaques:
Bradesco (BBDC4)
O Conselho de Administração do Bradesco (BBDC4) aprovou a homologação do aumento de capital no valor total de R$ 10 bilhões, com a subscrição integral de 604.852.753 novas ações, sendo 302.876.396 novas ações ordinárias e de 301.976.357 novas ações preferenciais, ao preço de emissão de R$15,43 por ação ordinária e R$17,64 por ação preferencial.
MBRF (MBRF3)
A MBRF (MBRF3) anunciou na sexta-feira (2) o cancelamento da oferta, de sua subsidiária NBM US, para aquisição da totalidade das notas sênior em circulação com remuneração de 6,625% ao ano e vencimento em 2029, emitidas pela NBM, nos termos da oferta de 28 de setembro de 2026.
Continua depois da publicidade
Totvs (TOTS3)
A Totvs Large Enterprise, controlada da Totvs (TOTS3), concluiu, na sexta-feira (5), a venda da totalidade de sua participação acionária, correspondente a 80% da RJ Participações para a Distribusion Tecnologia.
Unifique Telecomunicações (FIQE3)
A Unifique informou que sua controladora, Unitá Participações, decidiu formular uma OPA (oferta pública de aquisição) para comprar até a totalidade das ações ordinárias da companhia que não estejam em poder da controladora ou em tesouraria. A operação busca converter o registro da empresa de categoria A para B, cancelar a negociação das ações em mercados regulamentados e retirar a companhia do Novo Mercado da B3. O preço proposto é de R$ 6,00 por ação.
Vittia (VITT3)
A Vittia informou que pagará R$ 13,25 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalente a R$ 0,08504375896 por ação. O pagamento será realizado em 21 de outubro de 2026 aos acionistas com direito ao provento.
Continua depois da publicidade
Sequoia Logística (SEQL3)
A Sequoia aprovou o grupamento de suas ações na proporção de 150 para 1, com o objetivo de elevar a cotação dos papéis acima do mínimo de R$ 1 exigido pela B3. Após a operação, o número de ações cairá de cerca de 6,37 bilhões para 42,47 milhões. O prazo para reenquadramento foi prorrogado pela B3 para 15 de novembro de 2026.
Porto Seguro (PSSA3)
A Porto Serviço, controlada da Porto Seguro, protocolou pedido de cancelamento de seu registro de companhia aberta na CVM, com a concordância dos titulares de seus valores mobiliários. A medida faz parte de uma reorganização societária voltada a ampliar sinergias e escala dentro do grupo e ainda depende de aprovação da CVM.
Aegea Saneamento
A Aegea informou a contratação de R$ 1,5 bilhão em novas operações de financiamento após o segundo trimestre. Os recursos incluem R$ 700 milhões em debêntures para a Corsan e R$ 750 milhões em rolagens de dívidas da Águas de Governador Valadares e da Ambiental Metrosul. Com as novas operações, as captações desembolsadas pela companhia em 2026 chegam a R$ 6 bilhões.
Continua depois da publicidade
Lupo
A Lupo identificou um incidente de segurança cibernética envolvendo acessos não autorizados a sistemas de gerenciamento de pedidos entre 18 e 23 de setembro. O episódio envolveu dados de compras realizadas entre 2020 e 2023, incluindo nome, CPF, e-mail, telefone, endereço de entrega e informações dos pedidos. A companhia afirmou que não houve impacto nas operações e comunicou o caso à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Até o momento, não foram identificados indícios de uso indevido das informações.