Bolsas norte-americanas fecham em queda com declarações do Fed

As bolsas dos EUA terminaram as negociações desta quinta-feira, em queda, sob influência das declarações do Federal Reserve que ainda há diversos sinais de estagnação na economia norte-americana. Além disto, hoje foi divulgado o Initial Claims, que mede o número de pedidos de seguros desempregos da semana anterior a da publicação, que atingiu 393 mil […]

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As bolsas dos EUA terminaram as negociações desta quinta-feira, em queda, sob influência das declarações do Federal Reserve que ainda há diversos sinais de estagnação na economia norte-americana. Além disto, hoje foi divulgado o Initial Claims, que mede o número de pedidos de seguros desempregos da semana anterior a da publicação, que atingiu 393 mil requisições do auxílio desemprego, frente aos 385 mil pedidos do último índice divulgado.

A K-Mart, uma das maiores empresas varejistas dos EUA, anunciou registrou no seu segundo trimestre fiscal teve um prejuízo líquido de US$ 95 milhões ou US$ 0,19 por ação, frente ao prejuízo de US$ 448 milhões ou US$ 0,93 por ação do mesmo período do ano passado. O mercado esperava que a empresa registrasse um prejuízo de US$ 0,04 por ação, resultado que teria sido atingido, se não fosse o resultado da sua empresa de vendas pela internet. A empresa também afirmou que os seus resultados nos próximos trimestres podem piorar devido à tendência de queda nos preços de seus produtos. As ações da empresa fecharam com desvalorização de 9,34%.

Já a Lucent Technologies, fabricante de equipamentos para telecomunicações, afirmou que espera se recuperar do prejuízo líquido de US$ 3,25 bilhões referentes ao último trimestre. A empresa também acredita que suas ações poderão apresentar uma boa valorização devido aos efeitos de seu programa de reestruturação que fez grandes cortes de funcionários. Mesmo assim, os papéis da companhia encerraram as negociações em queda de 0,45%.

O índice Dow Jones Industrial, que mostra o desempenho das 30 maiores empresas dos EUA, fechou o dia com uma desvalorização de 0,46%, sendo cotado a 10.229,15 pontos. As maiores quedas foram os papéis da Coca Cola (+2,49%), da companhia tabagista Philip Morris (+2,46%), do McDonald’s (+1,95%), da Procter&Gamble (+1,71%) e da operadora de cartões de crédito American Express (+1,24%). Contudo, apresentaram os maiores ganhos as ações da farmacêutica Merck (-3,82%), da Caterpillar (-2,82%), da Microsoft (-2,74%), da HP (-2,00%) e da General Motors (-1,73%).

O índice Nasdaq Composite, que afere o desempenho das companhias listadas na bolsa eletrônica Nasdaq, encerrou as negociações com uma queda de 0,92%, cotado a 1.842,97 pontos. As maiores desvalorizações ficaram com os papéis da empresa de softwares para B2B Siebel Systems (-8,71%), da varejista Amazon (-5,59%), da Oracle (-4,30%), da fabricante de equipamentos para telecomunicações Ericsson (-3,17%) e da Apple (-2,20%). Contudo, apresentaram as principais valorizações as ações das empresas de biotecnologia Medimmune (+3,55%) e da Amgen (+3,55%), da Nextel (+3,10%), da fabricante de equipamentos de rede Cisco Systems (+1,70%) e da Sun Microsystems (+1,02%).

O índice S&P500, que reúne as 500 maiores empresas norte-americanas, encerrou as negociações com baixa de 0,28%, sendo cotado a 1.162,09 pontos. As principais desvalorizações foram das ações da K-Mart (-9,34%), do Bank of New York (-3,96%), da Compaq (-2,69%), da operadora de TV a cabo Comcast (-2,05%) e da Xerox (-1,94%). Em outra direção, destacaram-se entres as altas os papéis da empresa de cosméticos Avon (+1,57%), da AOL Time Warner (+1,47%), da Motorola (+1,40%), da Gillette (+1,23%) e da farmacêutica Bristol Myers (+1,16%).

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