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SÃO PAULO – As bolsas asiáticas cambalearam nesta quarta-feira, ampliando as perdas após a inflação na China enfraquecer mais do que o esperado, alimentando preocupações sobre as pressões deflacionárias na segunda maior economia do mundo. Na Europa, o dia também é de queda, com o alemão DAX em baixa de 0,77% e o francês CAC 40 em baixa de 0,50%.
O mercado ainda fica de olho nos EUA, com a divulgação do Livro Bege às 15h (horário de Brasília). Por lá, o mercado fica ainda de olho na temporada de resultados.
Voltando à Ásia, às 7h38, o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuava 0,56 por cento, enquanto o índice Nikkei do Japão encerrou as operações com queda de 1,9 por cento.
O índice de preços ao consumidor da China avançou 1,6 por cento em setembro em comparação com o ano anterior, disse a Agência Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), ficando um pouco abaixo da expectativa de 1,8 por cento e abaixo dos 2 por cento de agosto. As ações chinesas terminaram em queda, com o índice de blue-chips recuando 1,13 por cento e o índice de Xangai com queda de 0,95 por cento. Já o japonês Nikkei recuou 1,89 por cento, a 3.262 pontos.
Mais cedo nesta quarta-feira, a Autoridade Monetária de Cingapura disse que vai afrouxar sua política monetária pela segunda vez neste ano ao reduzir o ritmo de valorização da moeda local. O movimento visa reviver a economia que quase não conseguiu evitar uma recessão no terceiro trimestre.
Entre os dados da Europa, chama a atenção a produção industrial da zona do euro, que recuou em linha com as expectativas em agosto, uma vez que o setor de energia reverteu os ganhos obtidos em julho e apenas a produção de bens ao consumidor duráveis mostrou expansão robusta.
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A produção industrial nos 19 países que usam o euro caiu 0,5 por cento na comparação mensal para registrar avanço de 0,9 por cento sobre um ano antes, informou a Eurostat nesta quarta-feira. Economistas consultados pela Reuters esperavam queda mensal de 0,5 por cento e ganho anual de 1,8 por cento.
(Com Reuters)
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