Bolsas latinas fecham em alta e Ibovespa sobe com queda do dólar

Conteúdo do Portal InfoMoney - Editoria Mercados

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18h48 – 21/06
InfoMoney

São Paulo – Os índices das principais bolsas latinas fecharam em alta influenciados positivamente pelo bom desempenho das bolsas norte-americanas, que subiram devido à expectativa do corte da taxa de juros a ser realizado pelo FED na próxima semana e à queda dos pedidos de auxílio desemprego no país. No Brasil, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado pela queda do dólar e pela maior tranquilidade dos investidores após a fixação da nova taxa básica de juros da economia brasileira. A nova taxa estipulada pelo Banco Central é de 18,25%, o que representa um crescimento de 1,5 ponto percentual.

Na Argentina, o Senado Federal converteu em lei nesta madrugada o projeto de ampliação da conversibilidade, que garante o euro como referência para a cotação do peso juntamente com o dólar. Apesar de algumas discussões específicas a respeito do conteúdo do texto da proposta, a sessão que resultou na aprovação desenvolveu-se de um modo tranqüilo e sem debates.

O índice Merval da Bolsa da Argentina fechou em alta de 1,00%, cotado a 423,7 pontos, onde as valorizações mais significativas foram registradas nas ações da Telecom Argentina (+2,25%) e da holding Perez Companc (+2,07%), assim como nos papéis do grupo financeiro Galicia (+1,95%), da siderúrgica Siderca (+1,54%) e da química Solvay (+1,35%). Por outro lado, contrariaram a tendência da bolsa argentina e fecharam em queda, os papéis do banco Santander (-3,74%), da petrolífera Repsol YPF (-2,81%), seguidos pelas ações da siderúrgica Siderar (-2,06%) e da Telefónica (-0,76%).

No México, o presidente do IMEF (Instituto Mexicano de Executivos de Finanças), Carlos Osuna, contrariou as recentes declarações do presidente Vicente Fox, e afirmou que o país não enfrenta uma recessão. Osuna disse que o consumo interno continua num movimento ascendente e que o México ainda registrará crescimento neste ano. O presidente Fox havia afirmado recentemente que a economia do país atravessava uma recessão causada pela desaceleração do mercado norte-americano.

O índice IPC da Bolsa do México fechou em alta de 1,37%, cotado a 6.543,3 pontos. Entre as principais valorizações ficaram as ações do Banamex (+2,47%) e nos papéis da TV Azteca (+1,52%). Do mesmo modo, tiveram bom desempenho as ações da empresa de materiais de construção Cemex (+1,35%), da Telmex (+0,92%) e do grupo de mídia Televisa (+0,50%). Por outro lado, as quedas mais significativas foram registradas nos papéis do Consórcio Ara (-3,51%), assim como nas ações do grupo Soriana (-1,13%) e da empresa de alimentos Bimbo (-1,00%). Também apresentaram perdas os papéis do grupo Penoles (-0,95%).
No Chile, o ministro da Economia, Minas e Energia, Jorge Rodríguez Grossi, afirmou que não poupará esforços na retirada dos obstáculos para a diminuição do desemprego. O ministro disse que dentre todos os problemas que afligem a economia do país, o desemprego será o foco principal dos esforços de seu ministério. O índice IPSA da Bolsa de Santiago fechou em alta de 0,27%, cotado a 108,32 pontos.
















Outros mercados:
Brasil Ibovespa +1,72%
Peru ISBVL -0,20% Chile IPSA +0,27%

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