Bolsas européias operam em alta, influenciadas pela Nasdaq

Conteúdo do Portal InfoMoney – Editoria Mercados

Por  Equipe InfoMoney

As bolsas européias operam em alta nesta quarta-feira. Apesar da euforia causada no mercado mundial pela declaração do presidente do FED, Alan Greenspan, em relação a uma possível redução da taxa de juros, e pela consequente alta de 10,48% da bolsa eletrônica norte-americana Nasdaq registrada no pregão de ontem, as bolsas européias não apresentavam altas tão significativas em função do fraco desempenho dos papéis dos setores farmaêutico e petrolífero. Os destaques positivos ficavam com os papéis de tecnologia e telecomunicações.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentava estabilidade com uma leve elevação de 0,03% às 09h40 de Brasília. As principais altas eram registradas pelas ações da fabricante de cabos de fibra ótica Bookham Technologies (+13,5%), da empresa de tecnologia ARM Holdings (+7,3%) e das companhias de telecomunicações Colt Telecom (+6,8%) e Vodafone (+3,4%). Já os destaques negativos eram a varejista Dixons (-9,8%) e a empresa de bens de consumo Diageo (-5,0%), além da empresa de energia BG Group e a farmacêutica Glaxo Wellcome, ambas recuando 4,4%.

A Bolsa de Paris avançava, com o índice CAC40 subindo 0,54%. As ações da consultora tecnológica CAP Gemini (+7,5%), da fabricante de equipamentos de telecomunicações Alcatel (+6,8%), da holding Bouygues (+6,0%) e da empresa de mídia Canal+ (+5,4%) registravam as maiores altas do dia, enquanto os papéis da fabricante de semicondutores STMicroelectronics (+3,5%) e da France Telecom (+1,6%) também apresentavam bons desempenhos. Por outro lado, a petrolífera Total Fina Elf (-4,6%) e a farmacêutica Aventis (-4,0%) apresentavam as principais baixas.

Em Frankfurt, o índice DAX apresentava variação positiva de 0,50%, com as ações da fabricante de equipamentos eletrônicos Epcos (+7,9%), da montadora BMW (+5,3), das empresas de tecnologia SAP (+4,7%) e Infineon Technology (+4,3%), e da Deutsche Telekom (+3,3%). Em contrapartida, as principais perdas ficavam com a farmacêutica Schering (-6,3%) e a empresa química Henkel (-1,4%).

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