Bolsas européias operam em alta impulsionadas pelos setores de tecnologia e mídia

Conteúdo do Portal InfoMoney – Editoria Mercados

Por  Equipe InfoMoney

As bolsas européias operam em alta nesta segunda-feira, influenciadas pelo bom desempenho das ações dos setores de tecnologia e mídia. Apesar do fechamento negativo das bolsas dos EUA, no pregão de sexta-feira, as principais bolsas européias registram ganhos em função do otimismo dos investidores quanto a um dia favorável no mercado norte-americano.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentava elevação de 0,78%, às 09h55 de Brasília. As principais altas eram registradas pelas ações da Colt Telecom (+7,0%), das empresas de softwares CMG (+5,3%) e Misys (+4,9%), e da seguradora Allied Zurich (+2,8%). As empresas de mídia Granada Media (+4,5%) e WPP (+4,1%) também apresentavam ganhos consideráveis. Em contrapartida, as farmacêuticas Glaxo Wellcome (-3,0%) e SmithKline Beecham (-2,9%) registravam as principais quedas do pregão, em função do anúncio da aprovação da fusão entre as duas empresas, concedido pela Comissão Federal de Comércio dos EUA.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC40 avançava 1,13%, tendo como principais desempenhos positivos do dia as ações da companhia de cosmético L’Oreal (+5,7%), das empresas de mídia Thomsom Multimedia (+5,4%) e TF1 (+3,4%), e da consultora em tecnologia CAP Gemini (+3,8%). Os papéis da fabricante de equipamentos de telecomunicações Alcatel (+2,8%) e da fabricante de semicondutores STMicroelectronics (+2,4%), também registravam altas significativas. Por outro lado, os destaques negativos ficavam com as ações da farmacêutica Aventis e da holding Bouygues, que recuavam 4,1% e 2,3%, respectivamente.

Em Frankfurt, o índice DAX operava com variação positiva de 1,61%. As principais altas ficavam com as ações dos bancos Deutsche Bank (+4,1%), Commerzbank (+2,4%) e Dresdner Bank (+2,3%), e das empresas químicas Degussa-Huels (+3,5%) e Bayer (+2,4%). Já as principais baixas do pregão, eram estsvam com os papéis das montadoras Daimler Chrysler (-2,4%) e Volkswagen (-2,3%).

Compartilhe