Publicidade
Os mercados europeus operam sem uma tendência única nesta terça-feira, aguardando o pronunciamento do presidente do Banco Central norte-americano, Alan Greenspan, perante o Congresso dos EUA. O setor de telecomunicações registrava as maiores perdas, em meio à expectativa de abertura de capital da operadora de telefonia móvel francesa Orange.
Em Londres, o índice FTSE-100 operava em ligeira queda de 0,06% às 9h30 de Brasília. Os destaques negativos eram as ações da varejista de produtos eletrônicos Dixons Group (-8,36%) e das empresas de telefonia British Telecom (-2,43%) e Vodafone (-2,00%). Os papéis da petrolífera BP Amoco apresentavam queda de 2,63%, antes da divulgação de seus resultados de 2000, esperado para logo mais às 11h00. Por outro lado, as ações da fabricante de componentes eletrônicos ARM Holdings (+3,27%), da empresa de mídia Reuters (+2,75%) e da empresa de software Autonomy (+0,47%) apresentavam os principais ganhos dentro do índice.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC40 subia 0,04%, puxado pelos papéis da empresa de mídia Vivendi Universal (+1,51%), da fabricante de semicondutores STMicroelectronics (+0,69%), da fabricante de equipamentos para telecomunicações Alcatel (+0,62%) e da fabricante de produtos eletrônicos Thomson Multimedia (+0,40%). As ações da telefônica France Telecom caíam 2,38%, após fixar o preço das ações de sua unidade de telefonia móvel Orange. O preço ficou cotado a 10 euros, um pouco acima do limite inferior do intervalo indicativo de 9,5 e 11 euros. Também caíam os papéis da empresa de mídia TF1 (-5,24%) e da holding Lagardere (-3,04%).
Em Frankfurt, o índice DAX apresentava alta de 0,23%, tendo como destaques positivos as ações da montadora DaimlerChrysler (+4,30%), da empresa de software de gestão empresarial SAP (+1,65%), do conglomerado de energia elétrica E.On (+1,58%) e da fabricante de semicondutores Infineon Technologies (+1,10%). Em contrapartida, apresentavam queda os papéis da telefônica Deutsche Telekom (-2,40%), da varejista Metro (-1,47%), da farmacêutica Schering (-1,04%) e da empresa química Basf (-0,49%).