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SÃO PAULO – Os principais índices das bolsas de valores dos Estados Unidos resistem aos temores sobre a economia e abrem em alta nesta quinta-feira (1), mesmo após dados de auxílio-desemprego no país e da indústria na China piores que o esperado.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nasdaq | +0,38 |
2.117 | -4,73 |
-6,69 |
| S&P 500 | +0,27 |
1.033 | -3,48 |
-7,32 |
| Dow Jones | +0,18 |
9.792 | -2,32 |
-6,10 |
O Departamento de Trabalho norte-americano informou que o número de pedidos de auxílio-desemprego reportados nos EUA na semana passada subiu para 472 mil, ante 459 mil na semana anterior, conforme os dados revisados. As expectativas eram de 458 mil novas solicitações.
Na China, o PMI calculado pela Federação de Logística e Compras caiu para 52,1 pontos, frente a 53,9 pontos em maio e expectativas de 53 pontos. Vale lembrar que registros acima de 50 pontos indicam expansão da atividade.
Agenda
Ainda estão programadas outras referências econômicas nos Estados Unidos. Às 11h (horário de Brasília), serão publicados o índice ISM, que mede a atividade industrial do país, e os gastos com construção civil.
No mesmo horário, será divulgado também o número de vendas pendentes de moradias, que considera os contratos assinados de venda de casas que ainda não foram concretizados. Por fim, às 15h, é a vez dos números das vendas de veículos no mês de junho.
Entre os destaques da sessão, está ainda o discurso do secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, que fala ao Congresso sobre o encontro do G-20 e a relação entre EUA e China.
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Destaques corporativos
As ações da Conoco Phillips caem 0,5%, após a empresa ter anunciado que completou a venda de 50% de participação em uma joint venture que possuía no segmento de caminhões.
Já os papéis do Citigroup sobem 1,6%, depois de o Tesouro norte-americano ter informado que vendeu mais 1,1 bilhão de ações do banco, recebidas em troca da intervenção financeira que fez na instituição durante a crise.
Os ADRs (American Depositary Receipts) da BP também avançavam mais de 3%, após a companhia anunciar que recorreu a empréstimos bancários de curto prazo para ajudar a financiar os custos de reparação do vazamento de petróleo no Golfo do México.