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SÃO PAULO – As bolsas norte-americanas abrem a sessão desta terça-feira (9) sem tendência definida, em meio a alta das bolsas na Europa e expectativas às vésperas do início da reunião do G-20.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Nasdaq | +0,10 |
2.582 | +7,49 |
+13,78 |
| S&P 500 | +0,04 |
1.223 | +4,98 |
+9,70 |
| Dow Jones | -0,09 |
11.395 | +3,53 |
+9,27 |
A sessão já recebeu ainda o indicador divulgado pelo Departamento de Comércio, Wholesale Inventories, que mede alterações no nível de estoques do setor de atacado nos EUA. No mês de setembro, houve alta de 1,5%, valor acima dos 0,6% projetados pelo mercado e dos 1,2% obtidos no mês anterior, segundo dados revisados.
Cenário corporativo
Alcoa, Hewlett-Packard e Exxon Mobil lideram as altas das blue ships, que compõem o índice Dow Jones, subindo 0,28%, 1,76% e 0,48%, respectivamente. Enquanto na outra ponta do índice, com maior desvalorização, figuram Chevron e AT&T caindo 1,27% e 0,17%, na ordem.
Como já ocorria no pré-market, as ações da Yahoo! continuam a disparar em meio à possível negociação venda da empresa para a AOL, conforme ventilado pelo The Wall Street Journal. No momento, os papéis da empresa de tecnologia sobem 6,08%, cotados a US$ 17,43. Enquanto isso, os ativos da AOL valorizam com mais timidez, 0,73%, sendo negociados a US$ 26,29.
Expectativas pelo G-20
A sessão começa movimentada após a China ter declarado que o QE2 (Quantitative Easing 2) poderia inflar ainda mais bolhas de ativos, aumentado as expectativas para o início para reunião do G-20, na próxima quinta-feira. Na última sessão, o vice-ministro da China, Zhu Guangyao, voltou a criticar a postura norte-americana, afirmando que os EUA devem “se dar conta de sua responsabilidade e obrigações como país emissor de moeda de reserva e adotar políticas macroeconômicas responsáveis”.
Outro fator que vem sendo fortemente criticado é a proposta do governo de estabelecer limites para os superávits comerciais de outros países – fato que novamente confirma as tensões entre EUA e China. No entanto, dessa vez os líderes norte-americanos parecem ter recuado em suas intenções, abandonando a ideia dos limites e anunciado que estão mais perto de fechar um acordo com os chineses.
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