Bolsas de NY interrompem rali e fecham em queda de mais de 1% em dia de ajuste

O movimento descendente se firmou nas últimas horas de pregão

Estadão Conteúdo

(Shutterstock)

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As bolsas de Nova York interromperam um rali que se sustentou por quase duas semanas e devolveram parte dos ganhos acumulados nas últimas sessões, fechando com queda de mais de 1% num pregão marcado pela volatilidade e baixa liquidez. O índice Dow Jones caiu 1,27%, aos 37082,00 pontos, depois de ter renovado na terça-feira sua máxima histórica. O S&P 500 baixou 1,47%, para 4698,35 pontos e o Nasdaq recuou 1,50%, aos 14777,94 pontos.

O movimento descendente se firmou nas últimas horas de pregão. Durante a maior parte do dia, os índices acionários oscilaram entre leves altas e baixas, com investidores embolsando lucros, mas ainda demonstrando otimismo com a perspectiva de corte de juros nos EUA.

Ferramenta do CME Group apontava neste fim de tarde mais de 80% de probabilidade estimada de corte de juros pelo Federal Reserve em março, com quase 40% de chance de redução de 1,5 ponto porcentual na taxa dos Fed Funds até o final de 2024.

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Segundo o City Index, mesmo com o avanço na confiança do consumidos dos Estados Unidos para além do esperado do mercado, investidores pausaram o rali em movimento de correção após recordes dos últimos dias do índice Dow Jones. A instituição ainda chama atenção para as últimas falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed), como Austan Goolsbee e Raphael Bostic, que vêm tentando reduzir as expectativas do mercados para corte de juros mais agressivos.

Entre as quedas, o setor de semicondutores era destaque, com fraqueza de empresas como Nvidia (-3,01%) e Micron Technology (-4,24%). Na contramão, a Alphabet conseguiu se manter em alta, subindo 1,24%, com rumores de que a empresa planeja reestruturar suas equipes de vendas de anúncios, o que poderia ocorrer corte de empregos.

*Com informações da Dow Jones Newswires