Bolsas de NY abrem em queda com piora do sentimento EUA-Irã, apesar de Nvidia

O aumento da aversão ao risco ofuscava notícias corporativas no setor de tecnologia, incluindo os planos da Nvidia (+4,08%) de apresentar seu novo superchip de IA para computadores Microsoft e Dell

Estadão Conteúdo

A placa de Wall Street aparece do lado de fora do prédio da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) nesta terça-feira, após a ampla liquidação dos mercados na segunda-feira, na cidade de Nova York, EUA, em 11 de março de 2025. REUTERS/Shannon Stapleton
A placa de Wall Street aparece do lado de fora do prédio da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) nesta terça-feira, após a ampla liquidação dos mercados na segunda-feira, na cidade de Nova York, EUA, em 11 de março de 2025. REUTERS/Shannon Stapleton

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As bolsas de Nova York abriram em queda nesta segunda-feira, 1º de junho, à medida que investidores repercutem a decisão do Irã de suspender as comunicações com os Estados Unidos após ataques israelenses no Líbano e em Gaza. Teerã vê as ações como uma violação do cessar-fogo, reacendendo preocupações sobre uma escalada das tensões.

Às 10h32 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,28%, o S&P 500 recuava 0,09% e o Nasdaq oscilava perto da estabilidade.

O aumento da aversão ao risco ofuscava notícias corporativas no setor de tecnologia, incluindo os planos da Nvidia (+4,08%) de apresentar seu novo superchip de inteligência artificial (IA) para computadores Microsoft (+3,24%) e Dell (+5,65%). Na contramão, a AMD recuava 2,91%.

Entre os destaques positivos, a construtora Taylor Morrison Home disparava 22,41% após anunciar sua aquisição pela Berkshire Hathaway. O setor de consumo discricionário pressionava os índices.

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