Mercados

Bolsas da Europa abrem em baixa e futuros de NY recuam à espera de dados dos EUA e resultados corporativos

Bank of America, Goldman Sachs e Citigroup publicarão resultados na manhã de hoje, antes da abertura da Bolsa de Nova York

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SÃO PAULO – As bolsas de valores da Ásia fecharam em leve baixa nesta quarta-feira. O Banco do Povo da China cortou a sua taxa de juros de 3,15% para 2,95% ao ano, o que foi visto como um sinal de que a economia chinesa precisará de mais estímulos para voltar a crescer de maneira sustentada em meio à pandemia do coronavírus.

“Na nossa visão, os mercados estão muito otimistas sobre a velocidade da recuperação da China. Não acreditamos que a rápida expansão do crédito em março signifique que a recuperação econômica será forte”, escreveu a Capital Economics em análise publicada pela CNN.

A Bolsa do Japão caiu 0,45% e a da China, 0,57% (acompanhe a cobertura dos mercados em tempo real no Telegram do InfoMoney).

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Nos Estados Unidos, é aguardada uma batelada de indicadores: vendas do varejo em março, índice Empire State da manufatura no Estado de Nova York em abril e o Livro Bege do Federal Reserve, um relatório sobre a situação econômica do país. Além disso, haverá mais balanços trimestrais. Bank of America, Goldman Sachs e Citigroup publicarão resultados na manhã de hoje, antes da abertura da Bolsa de Nova York.

Os resultados anunciados ontem, informa a CNBC, mostraram que os bancos preveem tempos difíceis pela frente: o JP Morgan fez provisões de US$ 6,8 bilhões, enquanto o Wells Fargo fez provisões de US$ 3,1 bilhões. Os resultados não vieram negativos, mas chegaram abaixo das projeções dos analistas.

A Bolsa americana fechou em alta ontem, mas, nesta manhã, os índices futuros de Nova York operam com desvalorização. Por volta das 6h50, o futuro do Dow Jones caía 1,6%, enquanto o futuro do S&P 500 tinha baixa de 1,7% e o do Nasdaq, de 1,3%.

Na Europa, as Bolsas abriram em baixa. O índice Dax, da Alemanha, caía 1,9% e o FTSE, do Reino Unido, perdia 2,2% por volta das 6h50.

Além dos resultados corporativos, pesam sobre os mercados as informações sobre a pandemia do coronavírus no Reino Unido, onde a doença matou mais de 10 mil pessoas, e na França, onde o presidente Emannuel Macron estendeu a quarentena até maio.

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