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SÃO PAULO – Em um dia de espera por novos sinais sobre o mercado de trabalho norte-americano, as bolsas ao redor do mundo registram sinais positivos. Às 10h30 (horário de Brasília), no entanto, tudo pode mudar, uma vez que será publicado o Relatório de Emprego nos EUA para fevereiro.
O documento mostra uma pintura da economia norte-americana, com a criação de postos de trabalho na economia, excluindo-se o setor agrícola e a taxa de desemprego, por exemplo. A projeção é que a economia tenha criado 165 mil vagas, contra 157 mil em fevereiro, segundo compilação feita pelo portal norte-americano Briefing.com. Ainda por lá, às 12h00, serão divulgados os estoques no atacado.
Enquanto esses números não vêm, os investidores mostram otimismo. Os contratos futuros norte-americanos indicam um início de pregão em torno de 0,35% para os principais índices acionários. Na Europa, a alta é mais acentuada, com destaque para o Ibex 35, com ganhos de 1,56%, e para o FTSE MIB, com avanço de 1,09%, da Espanha e da Itália, respectivamente.
Os mercados também avaliam os dados da balança comercial chinesa. A China, que teve um déficit de US$ 31,98 bilhões na balança em fevereiro do ano passado, registrou um superávit de US$ 15,2 bilhões no mesmo período deste ano.
Isso é resultado de um salto nas exportações – que avançaram 21,8% no período, para US$ 139,37 bilhões – ao mesmo tempo em que as importações caíram – o recuo foi de 15,2%, para US$ 124,12 bilhões. Segundo a imprensa chinesa, essa piora nas importações se deve a um dólar mais forte e a uma queda nos preços das commodities.